Vinícola Torcello - Vale dos Vinhedos - RS


             A Torcello exibe com orgulho o título de menor vinícola do Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves-RS. Isso torna tanto a visita quanto o vinho produzido interessantes, já que o propósito é fazer um vinho mais exclusivo que, por ser produzido em pequena escala, não é encontrado nos supermercados.
Vista de parreiras, a partir da vinícola Torcello.
               A visita guiada custa R$5,00 e menores de 18 anos não pagam. Não há muitas diferenças entre as explicações dadas em uma vinícola ou outra, mas de cada uma delas se sai com um conhecimento diferente. Aqui a primeira pergunta feita a nós foi: vocês têm o hábito de beber vinho? Imagino que para direcionar as explicações já sabendo se os visitantes são experts ou amadores. No nosso caso a segunda classificação.
          As videiras no inverno parecem totalmente mortas, mas em breve irão renascer para até fevereiro uma nova safra ser colhida.
         Já viu como no mercado todo mundo cutuca os cachos de uva para experimentar? Pois outra curiosidade é que as videiras destinadas à produção de vinho não são cercadas nem protegidas, sendo de fácil acesso a qualquer pessoa que queira delas se aproximar. Isso porque a uva para a produção de vinho não é agradável ao paladar, então, mesmo que algum curioso queira experimentar vai parar logo na primeira.
        O vinho da vinícola Torcello é envelhecido em barricas americanas. Vários fatores diferenciam um vinho do outro, mesmo produzidos com a mesma uva (Merlot, Cabernet Sauvignon, Tanat, etc) entre eles o tempo de envelhecimento em barricas de carvalho que vindas de lugares diferentes (geralmente francesas ou americanas) passarão pra o vinho sabores se aromas diferentes.
        Como em todas as vinícolas há degustação de seus produtos com algumas dicas desde como segurar a taça (sempre pela haste) até como observar as 'lágrimas' ao agitar a taça para analisar o vinho quanto ao seu teor alcoólico ou se é um vinho jovem ou amadurecido.
       Eu não conseguiria visitar mais de duas vinícolas em um único dia pois são tantas degustações de vinhos e espumantes que de cada uma delas se sai um pouquinho mais zonzo.
Uma garrafa de cada vinícola visitada.
      Na Torcello aprendi também que a uva Tannat é queridinha dos cardiologistas, pois é a que traz mais benefícios à saúde.
      De tanto degustar e ouvir as explicações o paladar vai ficando mais aguçado e definido. O vinho que mais se afina com o meu, é o da uva Merlot, mesmo com os benefícios da Tannat.
     Eu trouxe para casa, um exemplar de cada vinícola visitada por nós. Da Torcello trouxemos um Moscatel Espumante e uma garrafa de suco. Tudo dentro das malas despachadas e sem quebrar nada!

Mercado Municipal, São Paulo

                                            Todas as cores e os sabores em um só lugar.

                Quem não conhece o Mercadão de São Paulo tem que passar por lá na primeira oportunidade. É um símbolo da cidade que se impõe no centro da capital paulista desde 1933. Quer uma fruta incomum na região? No Mercadão tem. Um tempero exótico? Uma carne de caça? Açaí em pó?? Lá no mercadão você encontra.

Barracas de frutas
               Esses produtos podem ser encontrados também em outros pontoa, mas lá estão todos juntos, aguçando os sentidos de quem passa por seus corredores. Ficou com vontade de experimentar, mas não sabe como preparar o alimento? No site do Mercadão você encontra as receitas: Torta de mirtilo, Sorvete de pitaya, Risoto de funghi com melaço, Polvo em rodelas... e muito mais. Só por curiosidade, o preço do funghi está na primeira imagem: R$300,00, o kg.

Sanduíche de mortadela
                 Para quem não quer saber de cozinhar (o/) as delícias prontas para serem saboreadas ali mesmo são muitas. As mais famosas são o sanduíche de mortaleda (R$24,00) e o pastel de bacalhau (R$17,00), mas também há outros sanduíches, pastéis e muito mais para se saborear. Os itens mais famosos estão nos cardápios de diversos restaurantes (todos anunciando que ali está o original), com pequenas variações tanto na preparação quanto no preço. O sanduíche de mortadela, por exemplo, pode ficar ainda mais calórico acrescentando-se queijo. Tenho dúvidas se ficará mais pesado no estômago ou na consciência.

Pastel de bacalhau
                Desta vez resolvi ficar com o Pastel de Bacalhau e foi meu almoço de tão farto que é. Estava na Rua 25 de Março e não dava pra ir embora de São Paulo sem uma voltinha no Mercadão que fica ali tão perto. Adoro escrever mas neste post estou sem palavras para descrever cores, sabores e perfumes, só mesmo estando por lá para entender.

Parque Tomasini e A Mina, em Gramado-RS


                Fomos ao Parque Tomasini para almoçar e porque minhas filhas queriam conhecer A Mina. Não é uma mina de verdade que foi desativada, é a reprodução de uma mina de pedras preciosas em um túnel de 80 metros onde estão encrustadas pedras brasileiras e de outros países.


          Depois do túnel chega-se a uma exposição de pedras de vários tipos, com suas respectivas explicações. Algumas com formatos curiosos, outras raras, com seus respectivos nomes e explicações.


                Ainda após desse pequeno museu, a saída é por dentro de uma loja com objetos de decoração e bijuterias, tudo feito com pedras. Há objetos muito bonitos, só não se esqueça que pedra pesa na mala!


                  O ambiente me lembrou em vários pontos o Y-Park, em Maranguape-CE, onde fica o Museu da Ypióca, embora o parque gaúcho seja bem menor que o cearense. Em ambos a comida é muito boa e as atividades oferecidas buscam um maior contato com a natureza: passeios a cavalo, pedalinhos, tirolesa, trenzinho, pesca esportiva...


                    Visitamos o Parque Tomasini no mesmo dia em que fomos ao Snowland e a vinícola Ravanello, pois ficam próximos uns dos outros. Paga-se para entrar no parque e novamente nas atrações escolhidas. Aqui estudante paga meia.


TAM: desrespeito e desonestidade

Esse post encerra  o que já descrevi em outros (aqui e aqui) sobre a falta de respeito e o oportunismo da TAM Linhas Aéreas para com seus passageiros.

Não que meu caso esteja resolvido, vou arcar com o prejuízo de mais de R$3000,00 para que definitivamente não tenha que negociar com uma empresa de tão baixo nível que repassa as reclamações de clientes a escritórios de advogados competentes em ludibriar e distorcer os fatos. Eu não tenho recursos para isso, não posso competir com uma empresa em que o dinheiro chega fácil, às custas da exploração e do oportunismo com seus clientes.

Mas antes quero responder a algumas (pois 'todas' seria desgastante demais) barbaridades que recebi via Procon como resposta dos competentes advogados da TAM. Cliquem nas imagens para facilitar a leitura dos absurdos.

Tentei vários contatos: no site da empresa e nas redes sociais. Obtive como resposta apenas uma mensagem nada específica sobre o meu caso, em e-mail sem possibilidade de resposta, como consta da imagem abaixo.
E mais: para a TAM eu "alego" ter comprado a passagem. Ressalto que todos os dados solicitados foram devidamente enviados à empresa em documentos digitalizados. Mas sigam o texto até o final e sejam surpreendidos como eu fui.



Mas quando se trata da TAM, nada é tão ruim que não possa piorar. O trecho abaixo é simplesmente ridículo! Sinceramente para utilizar um argumento tão fraco eu não precisaria de advogado, estão jogando dinheiro fora:

E mais:



Então por que não compre? É isso que os passageiros esperam, mas não o que acontece. O voo em que fui impedida de embarcar, por exemplo, atrasou 9 minutos. Eu cheguei ao balcão onde deveria fazer o check-in 2 minutos antes de ser considerada como atrasada.



O trecho abaixo refere-se ao tempo de antecedência de 1h indicado para o check-in. No entanto em uma aeronave que transportará mais de uma centena de passageiros, impossível que todos façam o check-in ao mesmo tempo. O que ocorre é que o check-in se encerra 30min antes do voo e eu cheguei ao balcão dentro desse tempo limite, ou seja, 41minutos antes do voo 3166 decolar, tempo suficiente para despachar malas, embarcar e ser acomodada em meu assento que a TAM alega que permaneceu vazio.


Agora pra acabar, e depois de ler vocês entenderão porque decidi me polpar de continuar em contato com gente tão baixa e vil: o argumento final da empresa é de que eu não fiz o check-in nem do trecho de ida, ou seja, eu não viajei pela TAM de Ribeirão Preto a Porto Alegre em 30/07/2014, por isso estou agindo de má-fé ao pedir o ressarcimento, pois meu bilhete de volta de Porto Alegre a Ribeirão Preto, em 04/08/2014 foi automaticamente cancelado por não ter sido usado no trecho de ida.




Na verdade, minha vontade era encerrar o post com alguns termos chulos dirigidos à TAM Linhas Aéreas e a seus representantes legais, mas não vou chafurdar na lama com uma empresa que se destaca no site Reclame Aqui pela má qualidade dos serviços prestados;

Avaliação de 20/09/2014
A única empresa aérea entre as mais
reclamadas dos últimos 30 dias.


























Que na avaliação dos consumidores é a penúltima no ranking da ANAC das companhias aéreas domésticas, só não é a última pois em alguns quesitos ela ganha da ABAETÉ, conhece?





E que já é conhecida pelas vítimas que faz e pela falta de responsabilidade e compromisso com que trata as tragédias em que está envolvida. Leia notícia completa aqui.



Não estou satisfeita, fui lesada em meus direitos de consumidora, mas me sinto aliviada por expor aqui o que a TAM não se dignou a ouvir de mim. Engasgada eu não morro!

Leia também:

Vinícola Ravanello _ Gramado


               A Ravanello é a vinícola mais próxima do centro de Gramado. Fica em frente ao Snowland, seguindo cerca de 150 metros por uma estradinha. É uma vinícola pequena se comparada às grandes produtoras de vinho do Vale dos Vinhedos, mas tudo ali é feito com a mais alta tecnologia.


                 Quem apresenta a vinícola aos visitantes é o próprio dono Normélio Ravanello que começa mostrando o exterior da propriedade onde são feitas festas de lançamentos comerciais  e de casamentos. Por ali há também o cultivo de outras frutas além da usa, como o mirtilo (blue berry) utilizado para a produção de geleias que são vendidas na loja da vinícola.


                 Ninguém sai dessas visitas um enólogo mas aprende-se bastante sobre vinhos. Por exemplo, que na extremidade de cada fileira de videiras planta-se roseiras, pois no caso de um ataque de formigas, elas atacarão primeiro as pétalas de rosas que são mais tenras e mais fáceis de levar para o formigueiro e só depois passarão a atacar as videiras, com isso ganha-se tempo para exterminá-las.


                  Ou então que Champagne é o nome dado apenas aos vinhos gaseificados produzidos nessa região da França. Assim como só pode ser chamado de Prosecco os vinhos produzidos na região da Itália que tem o mesmo nome. Aqueles produzidos no Brasil são espumantes. Na visita há degustação de 2 vinhos e 1 espumante.


                As barricas que armazenam o vinho são importadas da França e utilizadas para até 3 'safras' de vinhos no máximo. O primeiro vinho que a barrica recebe é sempre o melhor, são os chamados "reserva" ou vinho de primeiro uso. Depois de esvaziadas para o engarrafamento, as barricas são tostadas para retirar resíduos do vinho que armazenou e receber um outro vinho, que já não terá a mesma qualidade do primeiro, pois será um vinho de segundo uso, e assim por diante.
                Muito interessante, não é? A visita guiada custa R$20,00 e menores de 18 anos não pagam.