"Há flores cobrindo o telhado
E embaixo do meu travesseiro 
Há flores por todos os lados 
Há flores em tudo o que eu vejo"

Orquidário Binot - Petrópolis

O que dizer das flores do Orquidário Binot? Flores são para se 'ver', não para se 'descrever'! Bem, embora esse não seja um post de muitas palavras, seria imperdoável ter estado diante de tanta beleza e não compartilhá-la. Então vamos conhecer um pouco do orquidário mais antigo do Brasil, cultivando e comercializando essas lindezas desde 1870.

Orquidário Binot - Petrópolis

       A história do Orquidário Binot (que já se chamou Établissement P. M. Binot) começa quando Jean Baptiste Binot deixa a França e se estabelece em Petrópolis como jardineiro-horticultor, em 1845. Sua fama de bom paisagista chega aos ouvidos do Imperador D. Pedro II que, em 1854, o encarrega de projetar e plantar os jardins do Palácio Imperial (hoje, Museu Imperial), a residência de verão da família imperial que viria a ficar pronta em 1862.

Orquidário Binot - Petrópolis

Foi então pelas mãos do Sr. Binot que os jardins que circundam o Palácio Imperial ganharam cerca de 100 espécies de árvores e flores vindas de países como México, Japão, Argentina, Índia, China, Equador, Austrália, Madagascar, entre outros. A grama que completou o projeto paisagístico era francesa. Com o passar do tempo, os jardins foram se modificando, mas ainda é possível ver a definição dos canteiros projetados por Binot e a maioria das espécies ainda estão por lá, inclusive as jaqueiras carregadas de frutos. Como recompensa pelo belíssimo trabalho executado, Jean Baptiste Binot recebeu do imperador terras do atual bairro do Retiro, onde se localiza o Orquidário Binot.
Passando de geração em geração, hoje o orquidário é mantido pela quinta geração de proprietários, quem está à frente do empreendimento é o tataraneto de Binot, Maurício F. Verboonen.   

Orquidário Binot - Petrópolis

      O orquidário Binot é uma enorme floricultura, com flores lindas e preços atraentes. Para quem está de carro é uma ótima oportunidade para adquirir orquídeas, bromélias, suculentas, entre outras flores e suas variedades. Já quem vai voltar para casa por via aérea vai ficar só na vontade, mesmo assim vale a pena visitar e apreciar tanta beleza. Quer uma planta carnívora? Lá tem! (Veja a foto abaixo). E aquela flor linda, que você nunca viu antes? Provavelmente é uma planta híbrida (mistura de duas outras), afinal os descendentes de Binot foram se aprofundando e se aperfeiçoando na arte de cultivar flores. Há cerca de 36 mil espécies de orquídeas no mundo, sendo que 10% são encontradas no Brasil; Petrópolis tem clima favorável à planta, por isso, no Orquidário Binot os apreciadores se deliciam.
Quem visita Petrópolis entre fevereiro e março pode ver a 'Exposição de Orquídeas e Bromélias', realizada no Palácio de Cristal, que chegou à sua 27ª edição em 2018. Para quem está de passagem em qualquer outra época do ano, lembre-se que as atrações de Petrópolis estão também além do Centro Histórico. Nossa dica é contratar um serviço de transfer para conhecer atrações mais distantes. Nós fizemos esse passeio com o guia de turismo Márcio Pizzi (24 99314-7447), que está super recomendado.

Orquidário Binot - Petrópolis

Serviço
- Endereço: Rua Fernandes Vieira 390, Retiro, Petrópolis
(o Orquidário Binot está a 4,7km desde o Museu Imperial)

- Funcionamento: segunda a sábado das 7h às 17h
(se estiver em Petrópolis na segunda-feira, aproveite para essa visita, já que a maioria das atrações estarão fechadas)

- Site: http://orquidariobinot.com.br/ 

Leia também: jardins que visitamos e amamos
Jardim Japonês - Buenos Aires
Rosedal - Buenos Aires
Amantikir - Campos do Jordão
Girassóis - Itápolis
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Nós exploramos Petrópolis acompanhados pelo guia Márcio Pizzi (24 99314-7447) que tem dicas incríveis para ajudar a organizar seu roteiro e conhecer Petrópolis além do centro histórico.
AquaRio - RJ
       O AquaRio é uma das mais novas atrações de interesse turístico da cidade maravilhosa, inaugurado em novembro/2016, já era assunto desde muito antes: quando sua construção foi iniciada, em 2014, começaram também os protestos dos ativistas contra o aprisionamento de peixes. Ou seja, partamos do princípio de que estamos falando de uma atração polêmica, no entanto, perfeitamente legal, caso contrário não teria, em pleno século XXI, autorização para entrar em funcionamento. 
            Se você assistiu à novela 'A força do querer' ou pelo menos viu algumas cenas de Ritinha (Isis Valverde) - a paraense que dançava carimbó e se vestia (ou se despia?) de sereia - saiba que conheceu, pelo menos pela TV, um pouquinho do  aquário do Rio, pois foi lá que as cenas da personagem foram gravadas. Confesso que esperava encontrar sereias no AquaRio, assim como acontece no Aquário de São Paulo, mas elas estiveram por lá só durante a novela mesmo.
AquaRio - RJ
        Além dos aquários com peixes coloridos, tubarões, arraias, crustáceos, polvos... entre outras espécies marinhas, o AquaRio tem a Estação Plâncton, com microscópios à disposição dos visitantes para conhecerem o que os olhos não conseguem ver sozinhos; o Museu do Surf, que apresenta o acervo construído pelo surfista carioca Rico de Souza durante mais de 50 anos; uma exposição de conchas de diversas partes do mundo; um túnel subaquático para que os visitantes sintam como se estivessem no fundo do mar; tanque de toque e, com custo adicional, ainda é possível visitar os bastidores (diariamente às 14h) ou criar um peixe virtual que será visto nos telões espalhados pelo passeio. O AquaRio é bem tecnológico, a meu ver é o que o diferencia de outros aquários. 
          Na entrada, o visitante se depara logo com o esqueleto de uma baleia que foi encontrada morta e encalhada na Praia da Macumba. Já o painel grafitado em frente ao aquário (Armazém 8) com motivos marinhos é do artista Acme. Como a maioria das atrações turísticas, o passeio termina em uma lojinha com produtos temáticos e com uma máquina de moedas de souvenirs que cada vez mais vejo nas atrações turísticas do Brasil. Falei sobre elas aqui.
AquaRio - RJ
     O site do AquaRio o apresenta como o maior aquário da América do Sul com 26 mil m², 28 recintos e 4,5 milhões de litros de água salgada. Acredito que seja um projeto ainda não concluído, pois não há toda essa grandiosidade na área disponível para visitação e, além disso, as descrições do site estão quase todas com verbos no futuro (terá, será, etc). Para uma atração que leva em torno de uma hora para ser visitada, achei o valor do ingresso um tanto caro: R$100 para estrangeiros e R$80 para brasileiros, com meia entrada e descontos em algumas situações que estão descritas no final do post. 
        Vale a pena? Sim! Se você estiver com crianças, se é novidade para você a visita a aquários ou simplesmente se você gosta desse tipo de atração. Caso já tenha visitado outros aquários, poderá achar que o AquaRio é 'mais do mesmo': o esqueleto de baleia e a coleção de conchas eu, por exemplo, já havia visto no Museu da Pesca, em Santos; o tanque de toque, o túnel subaquático e a tecnologia também estão presentes no Sea Life, em Orlando... e por aí vai. Pensando de outra maneira, ali você encontra um pouquinho de vários outros aquários, tudo em um só lugar.
AquaRio - RJ
      Outro bom motivo para visitar o AquaRio é o combo de ingressos que junta também o Museu do Amanhã (R$20/R$10) e o Museu de Arte do Rio (MAR - R$20/R$10) em um único valor com desconto. O Trio Boulevard custa R$123,60, o ingresso inteiro e R$61,80 a meia entrada. O combo só não compensa se sua visita for numa terça-feira em que os dois museus têm entrada gratuita. As três atrações ficam à distância de 1300 metros uma da outra (Museu do Amanhã e MAR ficam um em frente ao outro). Se o dia estiver bom, sem o sol escaldante do Rio, caminhando por esse trecho você passará pelo painel 'Etnias', do grafiteiro Kobra, que está no Guiness Book como o maior mural do mundo, com cerca de 3 mil metros quadrados. 
          Já se o sol não estiver animador ou então estiver chovendo, a melhor forma de chegar ao aquário é com o VLT (Veículo Leve s/ Trilhos) e descer na parada 'Utopia AquaRio' que fica a 200m da entrada do aquário. O bilhete do VLD custa R$3,80 por trecho e o cartão custa R$3, tanto a aquisição do cartão quanto sua carga/recarga são feitas nas máquinas de autoatendimento disponíveis nas estações com cartão de crédito ou dinheiro, porém, a máquina não devolve troco. Os cartões são individuais, cada passageiro precisa ter o seu em mãos para utilizar o transporte. Tire suas dúvidas sobre o VLT aqui. Se estiver de carro, o estacionamento do AquaRio custa R$38 a cada meia hora, para quem o ingresso da atração.
AquaRio - RJ
       Em tempo: o ponto de vista dos grupos que defendem os direitos dos animais (e que têm todo o meu respeito) são os possíveis mal-tratos sofridos por animais aquáticos em cativeiro e que, por isso, esse tipo de atração não tem nada de educativa. Eu discordo um pouquinho: os animais do AquaRio aparentam estar muito bem cuidados e há muito a se aprender em visitas desse tipo para depois colocar os conhecimentos em prática de forma consciente.
       Enfim, ciente de que esse tipo de atração divide opiniões, se você se decidiu por conhecê-la faça da visita um momento de aprendizagem e desperte nas crianças que acaso estiverem com você curiosidade suficiente para despertar o gosto por pesquisas após a visitação. Faça valer a pena!
AquaRio - RJ
Serviço
Endereço: Praça Muhammad Ali, Gambôa, Rio de Janeiro-RJ (Porto Maravilha).
Como chegar: a melhor forma é usar o VLT (Veículo Leve s/ Trilhos) e descer na parada 'Utopia AquaRio', que fica a aproximadamente 200m da entrada do aquário.
Funcionamento: diariamente das 10h às 18h (entrada até às 17h).
Ingressos: R$100 (bilhete normal). Veja no site as opções de meia entrada e promocionais para jovens até 21 anos, moradores do Estado do RJ, estudantes, brasileiros e cidadãos do Mercosul, pessoas com deficiência, maiores de 60 anos, clientes do cartão Santander.

*Obs: O ingresso combina perfeitamente com o mar: salgado!!! Por isso, a meia entrada é muito bem vinda. Não deixe de verificar se você se encaixa em uma das situações promocionais.
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Nossa passagem pelo Rio de Janeiro foi de um único dia, a caminho de Petrópolis. Quem nos acompanhou foi o guia Márcio Pizzi (24 99314-7447) que também nos prestou os serviços de transfer até a serra fluminense. Fica a dica.
Rua Teresa

        Petrópolis é conhecida principalmente por seu turismo histórico, mas estando por lá, deixe um espacinho no roteiro para as compras e vá para a Rua Teresa, um paraíso de bons preços em roupas femininas na maioria das lojas, mas também de roupas infantis e masculinas. O nome da rua é uma homenagem à imperatriz Teresa Cristina, esposa de D. Pedro II, então convença-se a si mesma (e ao maridão, se for preciso) de que o passeio é histórico e caia nas compras sem culpa.
          Por volta de 1,5 km são lojas e mais lojas de roupas de ambos os lados, desde o início da rua, onde ela muda de nome a partir da rua Aureliano Coutinho, até o final quando começam a surgir as lojas de tecido mantendo a tradição têxtil da cidade. A Rua Teresa termina no Hipershopping ABC, o maior da cidade com supermercado Extra e salas de cinema.

Rua Teresa
         Sim!! Há roupas a partir de R$10!! E não só a camiseta da foto: calças legging de R$10, bermudas, camisetas infantis, tops de ginástica (aliás, são muitas lojas de roupas de ginástica femininas), blusas abertas de manga longa...  À R$20 você encontra camisetas masculinas, vestidos, macacões, calças flare, pantacourt... a maioria dessas lojas tem confecção própria, o que garante os preços imbatíveis e tentadores. Ah!! E os modelos vão até os tamanhos GG, EG, EXG, nada daquela história de 'só tem P e M'.
          Se formos comparar a Rua Teresa com as ruas comerciais mais procuradas de São Paulo, eu diria que tanto preço quanto qualidade são melhores que os do Brás, com o plus das vitrines caprichadas que encontramos na Rua José Paulino (Bom Retiro). Além das lojas 'de porta para a rua', há várias galerias com muitos outros box e também muito assédio para levar os clientes até lá, bem ao estilo do que acontece no Brás e na Rua 25 de Março, por exemplo.
Rua Teresa
         Ainda sobre os preços, em algumas lojas eles são diferentes para vendas no atacado e no varejo e ainda para pagamento em cartão ou em dinheiro; em alguns casos a etiqueta tem os quatro valores. Se for pagar em dinheiro, e a compra passou dos três dígitos, ainda pode sair aquele descontinho. Algumas lojas se repetem ao longo da rua em várias unidades com as mesmas marcas e valores, mas siga até o final, pois é lá que estão os melhores preços. É que a Rua Teresa começa em uma subida, mas não desanime que logo adiante ela fica quase plana e na volta, ah... para baixo todo santo ajuda.

Rua Teresa
           A segunda-feira é um bom dia para colocar a Rua Teresa em seu roteiro se estiver em Petrópolis, pois a maioria dos museus e outras atrações estão fechadas. Porém, não tenha pressa, o comércio às segundas-feiras abre apenas após às 14h e fecha às 18h (de terça a sábado, as lojas estão abertas das 9h às 18h). Dizem que os moradores do Rio de Janeiro sabem aproveitar bem mais a vida que os do Estado de São Paulo, então faça como eles: comece suas atividades da segunda-feira só após o almoço, mas quando voltar para casa lembre-se de retomar sua rotina.
Rua Teresa
Boas compras!!
Outras compras que fizemos mundo afora

Orla Carioca

Conversa entre um gringo e um carioca

em algum lugar do mundo:


Gringo: Oi, de onde você é?

Carioca: Oi, sou do Rio.

Gringo: Ah! A terra
do Comando Vermelho, do tráfico de drogas, da violência, da intervenção militar...

Carioca: Desculpe, mas você é viciado, não é?

Gringo: Não!!! Por quê?!

Carioca: Porque se você fosse esportista teria se lembrado da
Olimpíada Rio-2016, do Maracanã, de Garrincha, Zico, Nelson Piquet, Bernardinho...

Maracanã

Se você fosse um historiador, teria me perguntado sobre a família imperial, a Princesa Isabel, o Museu Nacional, a Quinta da Boa Vista, o Jardim Botânico...

Museu Nacional - RJ

Se fosse um amante das viagens me perguntaria sobre o Corcovado, as praias cariocas, o Pão de Açúcar, os Arcos da Lapa, o Carnaval...

Morro do Corcovado

E se você fosse um gourmet teria me perguntado pelos restaurantes de alta gastronomia, pelos bolinhos de bacalhau ou de feijoada,  pela própria feijoada carioca, pelo Filé a Oswaldo Aranha, pela confeitaria Colombo, por nossas cervejas e caipirinhas. No entanto, vejo que só conhece o que se refere a seu vício.

Confeitaria Colombo

Para mim, o Rio de Janeiro é a terra de grandes pintores como Guignard, Di Cavalcanti, Sérgio Vidal, Mário Mendonça... ou ainda terra de grandes compositores: Heitor Villa-Lobos, Noel Rosa, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Paulinho da Viola...

Mulatas e flor - Di Cavalcanti

A mim, o Rio lembra nossos grandes escritores: Machado de Assis, Lima Barreto, Millôr Fernandes, Stanislaw Ponte Preta,  Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector... nossos estrelados atores e atrizes: Fernanda Montenegro, Antônio Fagundes, Paulo Autran, Marília Pêra, Glória Pires... nossos cineastas: Bruno Barreto, José Padilha, Walter Salles, Roberto Farias, Carlos Manga...

Bruno Barreto - cineasta carioca

Enfim, gringo, isso prova que o Rio é muito mais do que as mazelas enfatizadas nos noticiários... que são muitos os cariocas honestos e talentosos... que é um dos berços da cultura brasileira... O Rio é uma cidade ainda mais maravilhosa do que eu possa lhe contar, por isso, cuidado com as opiniões simplistas por demais.
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Nossa passagem pelo Rio de Janeiro foi de um único dia, a caminho de Petrópolis. Quem nos acompanhou foi o guia Márcio Pizzi (24 99314-7447) que também nos prestou os serviços de transfer até a serra fluminense. Fica a dica.
Estádio do Maracanã - RJ
 
           Para os fanáticos por futebol, o Maracanã é um templo. Quem não gosta tanto assim, mas está visitando o Rio de Janeiro, precisa conhecer para entender a emoção de estar no único estádio a sediar duas finais de Copas do Mundo de Futebol (1950 e 2014), além da abertura e encerramento das Olimpíadas de 2016 e dos jogos Pan-Americanos de 2007 e da final da Copa das Confederações (2013). O Estádio Jornalista Mário Filho foi também palco do milésimo gol do Rei Pelé (19-11-1969) e de shows memoráveis, entre outros, como o de Frank Sinatra (1980), Kiss (1983) e de Tina Turner (1988) que está no Guinness Book como o maior público pagante de um único artistas: mais de 188 mil pessoas. São todos esses superlativos que colocam o Maracanã nos roteiros de viagem de visitantes com as mais variadas preferências culturais.
Maracanã - RJ
            Algumas lembranças não são tão felizes, também foi no Maracanã que o Brasil sofreu o Maracanazo, a derrota para o Uruguai na final da Copa de 1950, diante de 200 mil pessoas, público que hoje o estádio não comporta mais, pois após sua última reforma, para se adequar ao padrão Fifa e receber os jogos da Copa 2014, a capacidade foi reduzida para 78,8 mil pessoas. As fotos acima mostram a parte externa do estádio, a obra do artista norte-americano Scott Gundersen que recria o estádio com 11.373 rolhas de cortiça, a maquete do estádio na atualidade e um pedacinho do gramado exposto em um pedestal, já que não é possível pisar no mesmo durante o tour. Mas dá para visitar os vestiários, área de aquecimento, sala de imprensa e até atravessar o mesmo túnel por onde passam os atletas e se sentar nas cadeiras da arquibancada.
Copa do Mundo e Olimpíadas no Maracanã
           Durante o Maracanã Tour, os visitantes passam por um pequeno museu com peças que contam as histórias de seus quase 70 anos de existência: a camisa autografada da final que deu à Seleção brasileira sua primeira medalha de ouro olímpica (2016), as moedas com edição especial das Olimpíadas que viraram febre entre colecionadores, uma miniatura da Taça Fifa para cada jogo disputado no Maracanã na Copa de 2014 (sete jogos no total), as bolas de todas as copas, os uniformes da Seleção Canarinho e homenagens aos grandes nomes do futebol carioca e brasileiro. Ali se encontram camisas usadas por Zico, as marcas dos pés de Pelé, as chuteiras de Kaká e de Ronaldo Fenômeno, bustos de Zagalo e Garrinha, o púlpito usado pelo Papa João Paulo II e a cadeira onde se sentou a Rainha Elizabeth II.
Tour guiado
             O tour pode ser guiado ou não. A diferença entre um e outro,  no valor, é de R$10 e na prática é o acompanhamento do guia que lidera um grupo repetindo as informações, que estão nas placas e podem ser complementadas com QR Codes, em dois idiomas Português e Espanhol. Apesar da simpatia do guia, achei um tanto tedioso andar em grupo ouvindo todas as explicações duas vezes e esperando, por exemplo, todos tirarem foto ao lado da camisa de seu time do coração no vestiário para então seguir a outro ponto do tour.
           No espaço que se percorre há uma cabine fotográfica que cria um gif em 360º como se a pessoa estivesse girando dentro do Maracanã embrulhado em sua bandeira preferida, que pode ser a de seu país ou a de seu time do coração. As bandeiras ficam todas lá, à disposição do visitante (veja na foto acima). O fotógrafo ajuda a compor as poses e o resultado pode ser visto em um monitor ao lado da cabine, fica bem legal. Custa R$20 para uma pessoa e R$10 reais para cada pessoa adicional, ou seja, se dez pessoas fotografarem juntas na cabine, o valor pago será de R$110 para receber a imagem virtual por e-mail.
Maracanã - sala de imprensa
              Nesse ponto perde-se muito tempo esperando todos que queiram fotografar e confesso que fiquei um tanto impaciente, principalmente porque fui tirar uma foto do equipamento para postar aqui no blog (essa aí de cima) e guia, fotógrafo e auxiliar disseram "NÃO PODE!!" ao mesmo tempo, balançando o dedo indicador em riste na minha direção, como se eu estivesse cometendo o pecado mortal de calçar as chuteiras do Kaká que estão lá expostas. Detalhe: não vi nenhum aviso de que 'apenas ali' era proibido fotografar e, enquanto ficaram de olho 'em mim', outros visitantes fotografaram até dentro da cabine com seus celulares.
Vestiário e flâmulas
              No vestiário visitado, estão representados os grandes times brasileiros e é hora de cada visitante buscar a melhor pose tendo o manto de sua equipe como plano de fundo. Olha lá a camisa do meu São Paulo e a flâmula mais linda entre tantas outras. Do vestiário passa-se para a área de aquecimento e nesse ponto perguntei ao guia se a visita guiada levava a algum lugar que sozinho o visitante não pudesse entrar, como a resposta foi que os lugares abertos à visitação são os mesmos com ou sem guia, me separei do grupo e fui visitar a arquibancada e a sala de imprensa. Enfim, com guia você não precisa ler as informações sobre os objetos expostos e sem guia você faz o tour na metade do tempo, de 30min a 40 min são suficientes.
            Ainda há uma parte interativa do tour que fica por conta de jogos de tabuleiro do tipo pinball e chutes ao gol. Como na maioria dos pontos turísticos, há uma lojinha com produtos personalizados e por ali eu vi, pela segunda vez no Brasil, uma máquina de moedas prensadas. Essas máquinas de souvenirs são muito comuns nos pontos turísticos dos EUA, mas em terras brasileiras eu só havia visto no Museu Pelé, em Santos.
            O Maracanã foi o segundo estádio sede dos jogos da Copa 2014 que visitamos, também já fomos conhecer a Arena Castelão, em Fortaleza. Sim!!! Eu gosto muito de futebol, e você?
Serviço
Site: https://www.tourmaracana.com.br/
Horários: diariamente, das 9h às 16:30h (em dias de jogos no Maracanã, o tour se encerra três horas antes do início da partida)
Endereço: Avenida Presidente Castelo Branco (Radial Oeste) s/n – Portão 2
Valores: Tour guiado R$60 e tour não-guiado R$50 (meia entrada para estudantes, crianças de 6 a 10 anos, maiores de 60 anos e portadores de necessidades especiais).

Nossa passagem pelo Rio de Janeiro foi de um único dia, a caminho de Petrópolis. Quem nos acompanhou foi o guia Márcio Pizzi (24 99314-7447) que também nos prestou os serviços de transfer até a serra fluminense. Fica a dica.
Produtos a base de maple

        Na foto acima, só os vinhos não têm maple, embora sejam canadenses; já biscoitos, chocolates, iogurtes... tudo tem o sabor daquela calda que vemos nos cafés da manhã de filmes se derramando sobre panquecas e waffles. O principal ingrediente dessas delícias é o maple, a seiva retirada da árvore típica do país, aquela mesma representada na bandeira canadense pela folha vermelha estilizada (maple leaf). O maple syrup (xarope de bordo) é um dos sabores mais famosos da cultura canadense e um dos principais produtos de exportação do país. Então se seu destino é Vancouver, Montreal, Toronto, Quebec, Ottawa... ou qualquer outra cidade canadense, já sabe o que experimentar por lá e o que trazer na bagagem.       
Origem do maple syrup

          O maple syrup tem cor e consistência parecidas com o mel (um pouco mais ralo) e o sabor também é bem adocicado, como benefício nutritivo de possuir pouca frutose, ou seja, é mais saudável que outros adoçantes. O processo de retirada do maple é parecido com a extração da borracha: são feitos furos no caule das árvores por onde a seiva escorre. O processo acontece sempre no início da primavera e tem a aprovação dos ambientalistas, pois já se comprovou que não há prejuízos para a planta. Ou seja, o maple é um produto natural, saudável e ecologicamente correto. Tudo de bom, não é? Sim, mas consuma com moderação, não é um alimento indicado para quem tem diabetes, por exemplo.
Produtos a base de maple
        
    Para os iniciantes, o maple syrup pode parecer sempre ter o mesmo gosto, mas os especialistas no assunto descrevem 91 sabores, identificados por meio de uma análise criteriosa, ao estilo sommelier: baunilha, queimado, leitoso, picante... A mim tanto o sabor quanto o aroma é amadeirado, lembra os vinhos envelhecidos em barris de carvalho que ficam com o aroma característico da árvore.
       E não é só nos pratos doces que o maple faz sucesso, misturado a limão e condimentos se transforma em saborosos molhos e ainda pode ajudar a caramelar e dar a cor douradinha a outros pratos. Como o maple é retirado no início da primavera, os bosques ainda estão nevados (final do inverno) e faz sucesso o Maple Taffy, um picolé bem natural: basta esparramar o maple syrup sobre a neve, depois enrolar o caramelo que se forma em um palito e saborear. As crianças amam!
Folha estilizada da árvore símbolo do Canadá

          Como se vê nas fotos não é só na alimentação que a maple tree é celebrada; no Canadá a folhinha vermelha está em todas as lembranças possíveis de se trazer do país: bonés, botons, camisetas, meias, canecas, garrafas, moletons... em tudo ela é exaltada e durante o ano inteiro, não somente nas datas cívicas do país: 15 de fevereiro - Dia da Bandeira Canadense; 1º/07 - Dia do Canadá. A mim chama a atenção porque no Brasil não temos todo esse patriotismo, ou você já viu esses mesmos produtos das fotos nas cores verde e amarelo, mesmo que seja apenas para atender aos turistas? E montes de camisetas verde-amarelas nas lojas porque está se aproximando 7 de setembro (Independência do Brasil) ou 19 de novembro (Dia da Bandeira Brasileira)? Tá certo que nossas cores não ajudam muito, mas em época de Copa do Mundo, está todo mundo lá com sua camiseta canarinho, não é?
Folha estilizada da árvore símbolo do Canadá

           Ficou com vontade de experimentar o maple? Se o Canadá não está nos seus planos, fique de olho nas viagens dos amigos e já sabe o que pedir como lembrança.
 
Estação Cultura - Campinas - SP

       É impossível passar por ele e não desviar o olhar para o prédio imponente, cuja construção data de 1872. A antiga Estação da Fepasa foi tombada em 1982 como patrimônio histórico e cultural da cidade de Campinas. Em março/2001 partiu o último trem de passageiros e já em 2002 passou a funcionar como um centro cultural.
      Quando em 2007, um jornal da cidade promoveu um concurso com voto popular para escolher as "Sete maravilhas de Campinas", a Estação Cultura ficou em primeiro lugar entre os sete monumentos mais votados. Diz se não aguça a curiosidade para saber 'o que tem dentro'? Ainda mais que o acesso é gratuito.
          No entanto, o que há depois dos portais não é tão interessante quanto o exterior, confesso que a visita foi um tanto decepcionante. Olhando a página do Facebook da Estação Cultura, a impressão é de um lugar agitado culturalmente, com eventos variados para todos os gostos. Acredito que realmente aconteçam vários eventos mas são esporádicos, não há uma programação fixa que indique a visita em qualquer data. Se a eleição das 7 maravilhas de Campinas fosse hoje, dificilmente a Estação Cultura estaria em primeiro lugar.
          Na internet li informações sobre a exposição de uma maquete de ferromodelismo que fica aberta à visitação aos sábados, mas não a vi em lugar nenhum. Como minha visita aconteceu em um sábado, pedi informações no balcão da entrada e a atendente me disse que a única exposição disponível era a de gravuras na sala de exposição (essa da foto acima). Estavam acontecendo vários ensaios de dança para um evento que aconteceria às 20h, da street dance ao balé clássico; da dança de salão ao hip hop... essa foi uma parte legal da visita.
           Para quem gosta de fotografias artísticas, o lugar é perfeito. O horário, a luz e a câmera certa fazem com que o cenário fique perfeito para os ensaios fotográficos de moda, gestantes, debutantes e noivos apaixonados. Ainda assim, não há como deixar de perceber um certo abandono no local, que certamente poderia estar sendo melhor aproveitado como atrativo turístico. Certamente a restauração da antiga estação e transformação em centro cultural foi uma boa ideia, porém, com o passar do tempo o foco nas atrações culturais frequentes e na manutenção do espaço parecem ter se esvanecido. Uma pena!
        De qualquer maneira, vou continuar a visitar Campinas e quero conhecer todas as 'Sete maravilhas de Campinas':
1- Estação Cultura
2- Catedral Metropolitana
3- Parque Portugal
4- Jockey Club
5- Mercado Municipal de Campinas
6- Escola de Cadetes
7- Torre do Castelo
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Happily Ever After, no Magic Kingdom

           Os parques Disney são realmente "onde os sonhos se tornam realidade" e os cast members vão fazer tudo o que podem para que  ao passar pelos portões você "deixe a realidade e entre no mundo da fantasia", como anuncia a placa na entrada do Magic Kingdom. Porém, alguns cuidados ao planejar seu roteiro para os parques Disney podem evitar que o sonho se torne pesadelo (se é que isso é possível quando se trata da Disney).

         Seguem cinco erros que podem ser facilmente evitados para tornar a viagem ainda mais perfeita:

1- Não fazer programação alguma de roteiro e ficar andando a esmo pelos parques.

Animal Kingdom

       Os parques são bem grandes ou então concentram muitas atrações mesmo em espaços menores; andar por elas sem um roteiro prévio, vai fazer com que você perca tempo indo e voltando pelos mesmos caminhos, sem conhecer o parque todo. Mesmo que seja sua primeira vez nos parques e tudo seja novidade, dê uma olhadinha nos mapas disponíveis no site e nas atrações que mais interessam a seu grupo. Programe-se no mínimo para definir se começará seu roteiro pelas atrações à direita ou à esquerda do parque. O mapa impresso disponível na entrada de cada parque é imprescindível, pegue mais de um pois eles se perdem pelo caminho (devem ir para aquele mesmo mundo paralelo onde se perdem guarda-chuvas e canetas). Se é sua primeira visita, conforme-se: não será possível conhecer todos os brinquedos, assistir a todos os shows e fotografar com todos os personagens em um único dia, pois os parques são recheados de atrações.

2- Marcar fast pass para shows e atrações em auditórios.

Bela e a Fera, no Hollywood Studios
         Marcar fast pass é imprescindível!! Nós demos várias dicas para aproveitar ao máximo o 'fura-filas' mais bem vindo do mundo aqui, não deixe de ler. Com ele você marca pela internet até três atrações para visitar sem passar pela fila, depois de utilizá-los você pode marcar outro nos totens disponíveis no parque. No entanto, várias das atrações dispensam o fast pass por serem apresentadas em auditórios grandes, para várias pessoas de cada vez. Nessas atrações ter o fast pass servirá apenas para entrar antes que os demais e sentar-se mais à frente, não vale a pena desperdiçar o fast pass nelas. Atrações que dispensam o fast pass:

Magic Kingdom
- Mickey's PhilharMagic
- Monsters, Inc. Laugh Floor

Epcot
- Festival de curtas metragens Disney e Pixar
- Turtle talk with crush
- Illuminations

Hollywood Studios

- Muppet Vision 3D
- Beauty and the Beast - Live on Stage
- Disney Junior - Live on Stage
- Fantasmic
- For the first time in forever: a Froen sin-along celebration
- Indiana Jones - Epic Stunt Spectacular
- Voyage of the Little Mermaid



Animal Kingdon
- It's tough to be a bug
- Donald's Dino-Bash
- Festival of the Lion King
- Finding Nemo - The musical
- Rivers of Light

3- Programar um parque em cada dia da viagem, sem intervalos para descansar.

Unicórnio da Agnes

        Aquela ideia de 'deixar para descansar em casa' funciona muito bem no mundo das ideias, mas na prática cada dia de parque consome um tantinho de energia irrecuperável em uma noite de sono. Os joelhos começam a doer, as pernas incham, os pés fazem bolhas... cada dia no parque é uma maratona e a sensação é que as noites vão ficando cada vez mais curtas, sem tempo suficiente para descansar das atividades do dia anterior. Vale muito a pena, mas é inegável que cansa bastante. O que fazer? Intercale a cada dois dias de parque, um de compras em Orlando, de outros passeios além dos parques ou apenas para relaxar na piscina do hotel. Além disso, faça seu roteiro intercalando parques que fecham mais tarde com outros em que você pode chegar após o almoço e aproveite a manhã para descansar.

4- Chegar aos parques muito cedo para aproveitar o ingresso ao máximo.

Transportation and ticket center, 7am
           O investimento é alto, então a ideia é aproveitar ao máximo o dia no parque. Certíssimo! Mas... pense um pouco e estabeleça qual é o 'seu máximo', quanto tempo você, e quem estiver lhe acompanhando, aguenta ficar no parque? Oito horas? Então se você quiser ver a magia do Magic Kingdom abrindo seus portões às 9am, será difícil ter fôlego para assistir ao show de encerramento que acontece geralmente às 9pm. São, no mínimo, doze horas de parque. Quer esperar o Animal Kingdom abrir para ser o primeiro da fila de Avatar Flight of Passage? Pois serão doze horas até escurecer e poder ver os encantos de Pandora à noite. Programe-se: geralmente o que acontece com quem chega desavisado e muito cedo é não ter fôlego para esperar o show de encerramento do parque e perder a melhor parte. Então, descanse pela manhã e deixe o parque, pelo menos em alguns dias, para um pouco mais tarde. Ou então faça o oposto, chegue cedo, mas não se obrigue (e nem aos outros) a ficar até o parque fechar.  

5- Viajar com crianças muito pequenas.

Carrinhos no Epcot
        Qual a melhor idade para se levar uma criança à Disney? Aquela em que 'ela' pede para visitar os parques e os pais avaliam que a criança vai levar 'de boa' as nove horas de voo, as filas das atrações, os personagens saídos da TV ali na frente delas em carne, osso e fantasia... Sabe aquela criança que chora de medo do Papai Noel, ou dos personagens fantasiados nos trenzinhos? Pois é... não é porque está na Disney que o medo vai necessariamente desaparecer. Já vi pais se revesando na fila para fotografar com o personagem e quando chegou a vez, saíram sem a foto porque a criança chorava e se recusava a ficar próxima 'daquele bicho'. Se as horas intermináveis em um avião são tediosas para adultos, imagine para os pequenos. Um pouquinho de discernimento faz muito bem antes de decidir-se pela viagem. Quem quer ir para a Disney: os filhos ou os pais?
logo mala
Leia também:

Disney Springs

           Vai para a Disney outra vez? Simmm!! Já nem conto mais para os amigos para não ouvir sempre a mesma pergunta. Foram quatro vezes e pretendo ir várias outras, porque cada viagem é única e não, não dá para enjoar.
           Antes de compartilhar o roteiro de nossa última viagem, vou fazer uma retrospectiva do que fizemos em cada viagem:

janeiro/2013 - 10 dias, 8 parques, 1 dia de compras... loucura total, tanto pelo ritmo aceleradíssimo, quanto pela viagem 'amarrada' em grupo. Não indico. Veja aqui nossas considerações.

fev./mar./2016 - 10 dias, 5 dias de parque, compras e atrações além dos parques... tudo com calma e por nossa conta. Perfeito. Veja aqui.

out./nov./2017 - 11 dias, 6 dias de parque, bate-volta até Miami e compras, claro! Bem tranquilo, para aproveitar a viagem sem correria. Veja aqui.

abr./mai./2018 - 10 dias, 7 dias de parque, comprinhas. O foco eram os parques Disney (6 dias) e fomos também ao Busch Gardens. Parece corrido, mas organizamos bem os horários e ficou bem light.

Amanhecer no complexo Disney

1º dia (segunda-feira) - Chegada
Viajamos pela Azul, saindo de Ribeirão Preto às 6:25h e chegando em Orlando às 18:15h . Foi o tempo de fazer o check-in no hotel Clarion Inn Lake Buena Vista e sair para as primeiras compras no Walmart, para abastecer o frigobar e garantir os lanchinhos para o dia seguinte no parque. Tentamos jantar na Cici's Pizza, mas as segundas e terças-feiras fecha mais cedo e nessa noite não deu.

Walmart

2º dia (terça-feira) - Hollywood Studios
Aproveitamos o transporte free do hotel para a ida. Ficamos no parque até o show Fantasmic e na volta fomos direto para a Disney Springs com o transporte gratuito do parque, depois de umas voltinhas acabamos o trajeto até o hotel de Uber (USD7). Foi o que fizemos na maioria dos dias e a economia com transporte foi bem significativa: ida com shuttle do hotel, volta com ônibus do parque até a Disney Springs, último trecho de Uber. O hotel, que fica próximo à Disney Springs, também oferece transfer para a volta do parque, mas optamos por não nos prender à horários na volta.

Hollywood Studios

3º dia (quarta-feira) - Magic Kingdom
Acordamos muito cedo para fazer o Key's to the kingdom tour, o tour que leva os 'guests' aos bastidores do Magic Kingdom, conta alguns segredinhos e passa pelos utilidors. Depois de ver o sol nascendo no complexo Disney (foto no início da postagem), não dava para anoitecer no Magic Kingdom, mesmo assim foram dez horas de parque: das 7am às 5pm .

Magic Kingdom

4º dia (quinta-feira) - Animal Kingdom
Deixamos o período da manhã para descansar, já que o dia anterior foi puxado, e fomos para o Animal Kingdom após o meio dia, com os fast pass para Avatar Flight of Passage devidamente agendados. Ficamos até tarde para ver Pandora à noite e realmente é tão incrível quanto já tínhamos lido em comentários.

Pandora ao anoitecer

5º dia (sexta-feira) - Epcot
Descansamos pela manhã e fomos para o Epcot após o meio-dia para ficar até a hora do show IllumiNations. Imperdível, organize-se para assisti-lo e, para isso, não chegue ao parque muito cedo, pois em alguns dias o show acontece às 22h, ou seja, desde a abertura são mais de treze horas de parque, haja fôlego! Estava acontecendo o Flower and Garden Festival e o parque estava lindo.

Flower and Garden Festival

6º dia (sábado) - Compras
Depois de quatro dias seguidos de parque é hora de dar uma pausa para as compras. Os melhores dias para isso são o sábado e o domingo, pois os parques estarão mais cheios, então evite as filas ainda maiores para as atrações e vá para o shopping. Fomos para o International Premium Outlets.

International Premium Outlets

7º dia (domingo) -  Busch Gardens
Tínhamos visitado o Busch Gardens em 2013, em nossa primeira viagem à Florida, já era hora de voltar. Aproveitamos o transporte gratuito para o parque, que está super indicado, é muito pontual e confortável. O ponto mais próximo de nosso hotel para embarque era o Publix, que fica ao lado do restaurante de comida brasileira Gilson's, por isso, na volta aproveitamos e jantamos por lá.


Busch Gardens

8º dia (segunda-feira) - Magic Kingdom
A intenção era ficar até o parque fechar, por isso, descansamos pela manhã, almoçamos na Cici's Pizza e de lá pegamos um Uber até o parque, chegamos às 15h, a tempo de assistir o Festival of Fantasy Parade. Depois do show de encerramento Happily Ever After, com o parque se esvaziando, é a hora de correr para sua atração preferida e aproveitar as filas quase inexistentes. Fomos três vezes seguidas na Montanha-russa dos 7 anões, que tem fotos e vídeos durante o passeio na atração.


Festival of Fantasy Parade

9º dia (terça-feira) -  Animal Kingdom
Fomos nos despedir de Avatar no último dia de parque antes de voltar e, entre outras atrações, fotografar com Mickey e Minnie em sua casa de campo. É o único parque onde o casa de ratinhos fotografa junto com os guests. Depois Disney Springs e hotel para começar a arrumar as malas, deixando tempo livre para as últimas compras no dia seguinte.


Adventures Outpost - Animal Kingdom

10º dia (quarta-feira) - Últimas compras e partida
Acordamos cedo para aproveitar o último dia e fazer compras no Vineland Premium Outlets, o mais próximo do hotel. A loja da Disney no Vineland é bem maior e mais tranquila para compras que no Internation Premium, uma ótima opção para comprar Minnie Ears e pins bem mais baratos que nos parques, por isso, coloque-o no roteiros dos primeiros dias de estadia se pretende comprar esses itens. Antes de voltar ao hotel, ainda demos a última passadinha no Walmart. Depois aeroporto... que pena!


Loja da Disney no Vineland Premium Outlets


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