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30 de setembro de 2011

Zoológico de São Paulo

Post atualizado em janeiro/2017

Zoológico de São Paulo
Clique nas imagens para ampliá-las.
          Passeio típico para agradar crianças de 8 a 80 anos, o Zoológico de São Paulo é o maior do Brasil. São aproximadamente 200 espécies de aves, 100 de mamíferos, 98 de répteis, além dos anfíbios e invertebrados. São encontrados exemplares de espécies bastante raras, como: rinoceronte - branco, arara-spix, arara-de-lear, micos-leão e outros.  O site é muito rico em informações e vale a pena navegar por ele antes (ou depois) da visita. Só não é 100% atualizado, ao final de cada ano é feito e disponibilizado um relatório sobre o plantel do zoo. O mais recente disponível atualmente é de 2015. Clique aqui para acessá-lo.
             O ingresso adulto custa R$35, mas há descontos e isenções em várias situações. O estacionamento também é pago e fica ao lado da entrada do zoo. Para atravessar os poucos metros que separam um do outro há barraquinhas vendendo tudo que uma criança pode infernizar os pais até conseguir, tudo claro em formato de bichinhos lindos e fofinhos.

Mapa do zoológico de São Paulo
Na bilheteria o mapa é vendido por R$3,00. Não comprei e não fez falta. Clique para ampliar
           Além do ingresso que dá acesso ao zoo, há outros espaços que requerem um ingresso extra como o Portal Safari e o Mundo Dinossauros. Nós fomos conhecer o Portal Safari que é uma área onde 'teoricamente' os animais ficam soltos e os visitantes podem vê-los de dentro de seus próprios carros ou em vans que fazem o transporte. Na expectativa de ver os animais mais de perto e poder alimentá-los, a procura é grande. O alimento permitido é vendido ali mesmo. O passeio pelas alamedas dura no máximo 50min nas vans, e mesmo em carro próprio não dá pra ficar muito mais que isso porque formam-se filas e a pressão das buzinas acelera os mais sossegados. Numa primeira visita, e sem a perspectiva de voltar todo mês, é válido; mas achei meio caro pelo que oferece (veja valores). Animais soltos são poucos: lhamas, camelos, cervos, aves e macacos, todos extremamente domesticados e vigiados para não saírem de suas áreas determinadas; é possível alimentar as aves (avestruz, emu, pavão) e os cervos, que vêm comer na sua mão se já não estiverem empanturrados com tanta oferta de comida (dica: faça o passeio pela manhã). Os outros animais estão em áreas cercadas, assim como no restante do zoológico, a diferença é que no zoo safari não só eles estão presos, mas também os visitantes dentro de seus carros.

Zoológico de São Paulo - Zoo Safari
Animais do Zoo Safari

                O zoológico sim é uma diversão. Não dá pra definir quem se diverte mais: os filhos ou os pais. Extremamente limpo e organizado, há funcionários em toda parte e muito espaço para os animais, o que faz com que a caminhada seja longa, afinal estamos falando do maior zoológico do Brasil  e o 3º maior do mundo (informação não confirmada). A dica aqui é sapato confortável pois se anda muito! Há carrinhos abertos (e pagos) que fazem o trajeto pelo zoo, perfeito para conhecer o espaço todo e depois voltar com calma para ver os animais que quiser.              
      Na hora da fome, da sede ou simplesmente do cansaço há vários quiosques espalhados com preços justos, mas o mais divertido sem dúvida é fazer o piquenique com as crianças. Há áreas específicas para isso, mas é muito difícil para quem viaja 4 horas para chegar até à capital, essa parte da diversão fica só para quem mora na Grande São Paulo.

Animais do Zoológico de São Paulo

        Todos vão trazer muitas fotos, mas se quiser algo mais há lojinhas com bichinhos de pelúcia e outros materiais, chaveiros, camisetas, brinquedinhos... opções de lembranças não faltam.
          Embora a tecnologia ofereça jogos eletrônicos cada vez mais atrativos nenhum deles conseguirá tirar de uma criança o mesmo sorriso fascinado diante de um elefante. 

27 de setembro de 2011

Próxima viagem: Fernando de Noronha?

Mergulho em Fernando de Noronha

                Claro que essa opção só foi considerada na hipótese de fazermos um outro cruzeiro, no caso no navio Ocean Dream, porque a hospedagem em Fernando de Noronha nunca me atraiu.
               A sugestão foi da Juliana, minha agente de viagem. Geralmente eu chego à agência com tudo pronto, mas para as próximas férias estou considerando várias opções e aceitando sugestões.
                O roteiro faz parte da lista de perguntas indignadas que já me acostumei a ouvir:

                "Como você não gostou de Natal?!
                "Você já foi 5 vezes para Fortaleza e nunca foi para Jericoacoara?!"
                "Você já foi a Fernando de Noronha? Não?!

                 Eu sou urbana demais para esses roteiros de apreciação da natureza, eu gosto de asfalto, concreto e todo conforto que a tecnologia e a energia elétrica podem oferecer. Mas... num cruzeiro a história é outra, achei o roteiro perfeito, pois além dos 3 dias em Fernando de Noronha com o navio à minha disposição, são 2 dias em Fortaleza, que de longe é minha capital preferida no nordeste e poderia também conhecer um pouquinho de Recife. Em Natal, provavelmente eu nem desembarcaria.

Programação do Cruzeiro - RECIFE, 7 noites 
dom 15/01 RECIFE --- 19:00
seg 16/01   NATAL 08:00 17:00
ter 17/01    FORTALEZA 12:00 00:00
qua 18/01  FORTALEZA --- 05:00
qui 19/01   FERNANDO DE NORONHA 08:00 ---
sex 20/01   FERNANDO DE NORONHA 00:00 00:00
sáb 21/01  FERNANDO DE NORONHA --- 13:00
dom 22/01 RECIFE 10:00 19:00

                     O problema aqui foi bem pontual: o preço. Achei caro demais. Com a cotação do dólar a R$1,76 o total em cabine quádrupla interna seria R$9.900,00 (all inclusive). Além de passagens aéreas para 4, de ida e volta para o Recife. Mesmo resgatando milhas estaria perdendo, porque em plena alta temporada gasta-se 10.000 milhas por trecho, é muito para um simples transfer até o porto de embarque.
                      Cadê as promoções de 3º e 4º passageiros com desconto ou grátis?? Nessa temporada não existem, então opção riscada da minha lista. Mas para quem se programou financeiramente, mesmo com a alta do dólar, ou sonha com o roteiro, sem dúvida o cruzeiro é uma ótima ideia.
           
            

24 de setembro de 2011

Outros selos

                    Recebo e guardo com carinho todos os selos que me enviam. Nem todos cabem na página inicial do blog, então este será o post para adicionar os que chegarem desta data (24/09/2011) em diante.
                    
                    Regras:
                    - Postar o selo no blog (Serão sempre acrescentados a este post);
                    - Avisar de quem o selo foi recebido;
                    - Indicar 5 blogs para quem o selo será repassado;

Selo

- Recebi do blog: Blog do Jajá

- Repasso para:

- O que mais foi pedido?
Postar um pensamento, de preferência seu.
 Estou sem inspiração, vou postar um que ouvi de minha filha: "Se você perde o telhado, ganha as estrelas"

Selo

06/02/2012
- Recebi do blog: Art'Suspensas

- -Repassar para 05 blogs:
Manias da Diva
Corpo Sano
Nascida em versos
Cantinho da Si
Enfim Nós


Selo

01/03/2012
- Recebido do blog: Borboleta Compulsiva

- Repassar para 10 blogs:
Selinhos são polêmicos. Há quem adore ganhar um e quem nem apareça para pegá-lo. Como não sei as preferências de cada um, decidi que cada um que receber agora estará oferecido a todos os blogs amigos de minha lista, ok!


23 de setembro de 2011

Leia para uma criança

                       Pelo 2º ano, a Fundação Itaú Social lança a Coleção Itaú de Livros Infantis com o objetivo de divulgar a cultura e incentivar o ato de ler. A distribuição é gratuita, basta fazer o cadastro no site e assumir o compromisso de ler para uma criança e ajudá-la a descobrir o mundo maravilhoso da literatura.

Leia para uma Criança, iniciativa da Fundação Itaú Social - Coleção 2011

 O site é recheado de coisas legais. Acesse!




Espalhe essa ideia:

20 de setembro de 2011

Próxima viagem: Porto de Galinhas?

Porto de Galinhas - PE

                Outro lugarzinho onde passei um único dia.
                Aqui o bate-volta foi desde Maceió-AL. O lugar é muito lindo, ao contrário de Natal-RN, a beleza não está só nas fotos de divulgação. Estive lá em 2005 e não vou conseguir me lembrar de detalhes, mas o mar salpicado de peixinhos, as piscinas naturais, a água transparente... são inesquecíveis. Olhando o álbum, dá pra perceber que quase tirei mais fotos em 1 único dia em Porto de Galinhas que em 6 dias na capital de Alagoas.
                
Desenho formado na maré baixa nos arrecifes de Porto de Galinhas - PE
A foto de todos os álbuns: o mapa do Brasil.

            O bate-volta entre os dois estados é meio cansativo, são 2:30h de viagem e sabe-se lá quantas curvas, me lembro claramente de sentir falta de um Dramin. De Maceió, segue-se para além de Maragogi até chegar em Pernambuco. Uma lembrança triste também ficou deste trajeto: nunca vi tanta pobreza, tanta miséria, quanto aquela na beira da estrada.
  
            Além da praia, que encanta pelas belezas naturais, há uma ruazinha cheia de charme com lojas e restaurantes que me lembrou a Broadway, de Canoa Quebrada. Os preços por ali são tão salgados quanto o mar. Porto de Galinhas não é lugar para se passar um único dia, mas para as minhas preferências, acho que uma semana é demais. Talvez o ideal fosse combinar com a estadia  em Recife e conhecer um pouqinho mais de Pernambuco. Quem sabe?

            Eu só passei um dia, mas para quem vai passar a semana, aqui há informações bem úteis.

            Mais um site bom para pesquisar.

16 de setembro de 2011

Próxima viagem: Balneário Camboriú?

              Em janeiro, fizemos uma escala de cruzeiro em Itajaí e de lá fomos para Balneário Camboriú. Não era novidade pra mim, que já estive na cidade catarinense em 2000, mas meu marido e minhas filhas nunca haviam estado nas praias do sul do país antes. Na verdade, eu não me lembrava de nada, tudo foi novidade e boas surpresas.

Bondinhos aéreos para a Praia de Laranjeiras - Balneário Camboriú - SC

         Em um dia, é claro que não se 'conhece' a cidade, mas dá pra decidir se vale a pena voltar para uma estadia maior. Em outra escala de cruzeiro em Montevideo, por exemplo, um dia pra mim foi suficiente; já Balneário Camboriú é uma ótima opção para uma semana inteira nas próximas férias.
          Comecei a pesquisar o roteiro e tive uma surpresa: os pacotes de turismo são todos de 4 ou 5 noites, nunca de 7, como geralmente são oferecidos em outros destinos. Não faço questão nenhuma de viajar por pacote, mas é uma boa referência para começar a ver orçamentos, por isso, fiquei curiosa e ouvi de 2 agentes de viagem a mesma resposta: 'Os pacotes são de apenas 5 dias porque não há muito o que fazer por lá.' Heim?!
         Não conheço muito a região, mas mentalmente calculei que se ficar por lá de domingo a domingo, por exemplo, o dia de chegada e saída são meio perdidos: no primeiro dá pra passear pela orla e conhecer os arredores do hotel, no último é dia de arrumar as malas. Sobram 6 dias inteiros: 2 deles no Beto Carrero World, 1 dia no Parque Unipraias, 1 dia até Florianópolis, 1 dia para um city tour personalizado (bondinho, zoológico, Cristo Redentor, Barco Pirata) e 1 dia para a praia de Balneário Camboriú. E... acabou a semana, com certeza com vários outros lugares sem conhecer. Está decidido, se formos a Balneário Camboriú nas próximas férias será para passar uma semana inteira.
              Achei um vídeo excelente para ajudar a fazer o roteiro:
               


logo mala

13 de setembro de 2011

Próxima viagem: João Pessoa?

Pô do sol em João Pessoa - PB

               Não viajo mais que 2 ou 3 vezes por ano, mas amo viajar e por isso preciso estar sempre pesquisando um roteiro ou recordando viagens já realizadas. O blog é um aliado e tanto nessa paixão.
                 Nossa última viagem foi Bariloche, em agosto, e já é hora de começar a pensar nas próximas férias. Depois de 5 vezes em Fortaleza, 4 vezes em Porto Seguro, 2 vezes em Bariloche e 2 cruzeiros até Buenos Aires, jurei para mim mesma que em janeiro/2012 farei um roteiro inédito...ou quase.
                 É que para João Pessoa-PB, por exemplo. já fiz um daqueles bate-volta desde uma cidade mais próxima que pode servir tanto pra ficar com gostinho de quero mais, como para decidir nunca mais voltar. Na ocasião, estava em Natal-RN e a melhor coisa que fiz na semana toda foi ir até a capital da Paraíba.
                 Adorei João Pessoa! Nas férias seguintes planejei passar uma semana interia, mas na época (2007) minhas filhas eram pequenas e os hotéis não aceitavam os 4 no mesmo apartamento. Juntei propagandas e outros comprovantes e avisei na agência que entraria no Procom por propaganda enganosa. Quando por fim, apareceu o quarto quádruplo, o stress já havia sido tanto que meu marido não quis mais e decidiu ir pra Fortaleza 'de novo'.
                  Assim, João Pessoa ficou para uma outra oportunidade, que de repente pode ser nas próximas férias. Pelo pouco que vi em um dia por lá, a estrutura de praia é boa, a orla é bem atrativa, há várias opções de passeios, comemos um peixe inesquecível e assistimos ao pôr-do-sol mais lindo e emocionante da minha vida: na Praia do Jacaré, com Jurandir tocando no saxofone o Bolero de Ravel. A emoção é indescritível, não há foto nem vídeo que consiga retratar esse momento, mas assista só para ter uma ideia do que estou falando:



10 de setembro de 2011

Eu viajei de Webjet

                  
Aeronave da Webjet
                  A Webjet virou piada na aviação brasileira por ser a primeira a cobrar pelo serviço de bordo. Na minha volta de Brasília a Ribeirão Preto pude conferir como isso funciona (ou não).
                  Uma semana antes de viajar, tinha assistido ao show Improvável, com Os Barbixas, no teatro Pedro II. Disseram que vida de artista é difícil, às vezes se viaja de avião, outras se viaja de Webjet. Se você diz 'bom dia', a comissária olha desconfiada e pergunta: 'O senhor adquiriu seu web-bom-dia'? E a viagem se torna mais perigosa porque em caso de despressurização da cabine, webmáscaras só cairão após o pagamento. Piadas a parte, quando fui fazer o check-in e a atendente disse 'bom dia', comecei a rir sozinha.
                  Os Barbixas exageram, não é preciso pagar pelo bom dia, mas ele vem acompanhado do cardápio com os preços, entregue na entrada da aeronave. Tudo é pago e em dinheiro, nada de cartão. Grátis nem água, a garrafa de 300ml custa R$3,00. Um combo de lanchinho, refrigerante e chocolate: R$18,00. Numa viagem de apenas 50min dispensei todas as opções.
                  Para quem quer exercitar o consumismo mesmo no ar, há a revistinha da WebShopping que as comissárias sugerem que seja levada para casa para que o pasageiro analise as grandes promoções. Ah, os comissários(as) são um capítulo a parte. Enquanto em todas as outras empresas as comissárias estão impecavelmente penteadas, maquiadas e uniformizadas; na Webjet o uniforme é calça comprida preta e uma camiseta babylook verde. Até aí tudo bem, se isso serve para baratear a passagem, mas cabelo solto para quem vai servir alimentos, eu acho inadimissível.
                  Vamos ver o que muda e o que se mantém com a junção com a Gol, mas no momento acho que a companhia está estrapolando na ideia de fazer o passageiro se sentir a vontade. Veja o vídeo:




8 de setembro de 2011

Azul Linhas Aéreas/Viracopos

Aeronaves da Azul Linhas Aéreas
Ainda vou viajar no avião rosa, da Azul.
                  Havia escrito em outro post sobre as dificuldades de quem mora longe dos aeroportos para chegar até onde a viagem oficialmente começa. Quando a Azul começou a operar nos aeroportos do interior do estado de São Paulo indo até Campinas, logo pensei nessa nova opção. E realmente é uma excelente alternativa, já viajei saindo de Viracopos 3 vezes.
                 Para comemorar o início das atividades no aeroporto de Ribeirão Preto, a Azul fez promoções imperdíveis no começo de 2011. Viajei em maio de Ribeirão a Campinas por R$17,90 e o trecho da volta por R$39,90. Pena que a festa já acabou e embora continue com preços melhores, não são assim tão atrativos.
                 Os voos do interior até Campinas são em aviões turbohélice. Meu marido chegou ao aeroporto (propositadamente) desavisado sobre esse detalhe. Quando viu soltou uma frase impublicável: "#$&@, essa  *$&**%  é de hélice!!". Exagero puro, o voo foi tranquilíssimo, se alguém entrar de olhos vendados não saberá que está voando em um avião de hélice.
                  Em agosto, quando fomos à Bariloche, o preço da passagem aérea de Ribeirão a Campinas não era compensador, então fomos de carro. São 3 horas de viagem, em estrada boa, sem nada que em condições normais possa provocar atrasos e sem entrar na cidade, apenas rodovias até chegar ao aeroporto de Viracopos, onde deixamos o carro. Perfeito!
                  No final de agosto, fui novamente de Ribeirão a Campinas e comprovei o compromisso da Azul em ser a empresa aérea mais pontual do país: quase perdi o voo por distração. Fiz conexão em Campinas e segui para Brasília num aeronave novíssima, com 'sistema de entretenimento individual', cada passageiro tem sua própria tela para escolher a programação que preferir. Isso, além do atendimento dos comissários que é sempre perfeito. Recomendo!
                  O aeroporto de Viracopos não é muito grande, mas muito bem organizado. O único 'porém' que vejo é a falta de opções de hotéis nas proximidades. Quem precisa pernoitar tem que escolher a opção menos pior.

5 de setembro de 2011

1, 2, 3, Brasília outra vez

                  Na última semana de agosto estive pela 3ª vez em Brasilia e começo a entender os 'D's que Dimenstein atribuiu à capital brasileira. Segundo ele, o morador de Brasília passa por 4 'D's - deslumbramento, decepção, desespero e demência. Quem está só de visita pela cidade não passa por todas essas fases, mas com um pouquinho de atenção percebe o que elas significam.


Brasília - DF
Vista da Torre de TV: Brasília ainda mais seca que na mesma época em 2010.

                 Minha primeira visita ao Distrito Federal foi a passeio numa esticadinha desde Goiânia, onde tive um compromisso. Era o feriado prolongado de 7 de Setembro (2010), em plena campanha para as eleição presidenciais. A cidade era uma festa (ou uma guerra?). Fiz o passeio no ônibus turístico, entrei no tumulto dos que se espremiam pra ver o desfile e fiquei hospedada bem em frente à Torre de TV. Deslumbramento total.
                 Minha segunda visita mesclou compromissos e passeios guiados com o objetivo de serem mais instrutivos que recreativos. Acabei visitando os mesmos lugares que já conhecia, ou seja, não há muito para variar. Dei uma volta pelas asas e ouvi sobre o que é ser brasiliense além do Plano Piloto. Aqui comecei a entender o 'D' da decepção.
                 Esta última visita foi de correria total, 3 dias com 12 horas de compromissos em cada um. O máximo que fiz em termos 'turísticos' foi subir na Torre de TV, na hora do almoço, para acompanhar uma colega que não conhecia e de lá tirar algumas fotos, inclusive do antigo Estádio Mané Garrincha que precisa estar pronto para a  Copa do Mundo. Isso é Brasília: muita pressa, engravatados para todos os lados, ar condicionando congelando as salas de reuniões para que os participantes fiquem confortáveis em seus ternos, choque térmico e dor de cabeça quando você se depara com o calor exagerado das áreas externas.
Juca Chaves 
                 Há surpresas interessantes: estava me servindo no almoço e na minha frente na pista estava Juca Chaves declarando seu ódio à cebola. Como estávamos em um dos restaurantes do complexo Brasil 21, a presença do humorista por ali deve estar relacionada ao show que faria em Brasília, no espaço cultural Brasil 21.
                  Enfim, continuo achando Brasília uma boa opção para visitar e conhecer num final de semana prolongado, afinal é a capital do país e a arquitetura é maravilhosa, mas comecei a entender que morar por ali é bem diferente. Vou me programar para levar minhas filhas que ainda não conhecem, mas que seja em época de chuvas, pois a diferença é enorme como se vê nas fotos.

video

                   Enfrentando o clima de deserto de nossa Capital Federal, entende-se perfeitamente porque foi projetada com tantos espelhos d'água e fontes. Esta do vídeo fica em frente à Torre de TV.

Guia com os principais pontos de visitação da capital brasileira:

3 de setembro de 2011

Bariloche com a CVC

                Conversando com uma família que viajava pela primeira vez à Barilcohe, disse que já havíamos estado lá em 2008 e perguntaram admirados: "E você voltou pela CVC?!" Como se me lembrassem que errar uma vez é humano, mas duas...
                Sim, eu voltei pela CVC pelas razões que já expliquei aqui, mas em minha primeira viagem fui muito melhor assistida em Bariloche que desta vez. O receptivo é questão de sorte, por isso nunca fico dependente dele, uso os serviços pelos quais paguei ao contratar o pacote na agência e faço meu roteiro por conta própria. Por isso, não enviei e-mails de reclamação à operadora quando cheguei (15/08) e estava decidida a não comentar os serviços de receptivo no blog, mas me incomodou ser questionada pelo Orkut por uma coordenadora da CVC em Bariloche afirmando que eu postei que os passeios opcionais oferecidos pela TIP/CVC são mais caros.
                 Respondi prontamente aos seus questionamentos e perguntei em que tópico eu havia escrito isso, pois não encontrei essa informação no blog. Ela não me respondeu para que continuássemos o assunto esclarecendo as opiniões divergentes. Enfim... sim, os passeios oferecidos pelo receptivo da CVC em Bariloche são mais caros que em agências locais, assim como acontece em roteiros brasileiros. Economizei 100 pesos (p/ 4 pessoas) no passeio de Piedras Blancas e 100 pesos no passeio de quadriciclo, por exemplo. Para quem viaja em família, toda economia é considerável.
                 Além disso, a assistência dada ao passageiro deixou muito a desejar desde o acompanhamento no voo, até o coordenador do Hotel Edelweiss que nunca estava lá. Por 2 vezes precisei pedir na recepção que ligassem para ele e em outras duas nosso contato se restringiu a mensagens telefônicas passadas por ele durante a noite com recados para o dia seguinte. Em nenhum passeio já incluso no pacote, nem traslado aeroporto/hotel/aeroporto ele esteve presente.

O que inclui o pacote - O que usufruí de fato

- Circuito Chico - é realmente bem chico (pequeno). Resume-se à subida ao Cerro Campanário, visita à fábrica de Rosa Mosqueta onde os preços são absurdos e parada num mirante para ver o hotel Llao Llao.

- Cerro Campanário com ingresso ao teleférico - a atração aqui é a vista considerada uma das 7 mais belas do mundo. Mas nos levaram até lá em dia de chuva, que além de impossibilitar as lindas fotos de lembrança, nos deixou encharcados.

- Cerro Catedral sem ingresso ao teleférico - sem imprevistos.

- Cerro Otto com ingresso ao teleférico - Fomos sozinhos, com o ônibus do próprio Cerro, pois fui avisada à noite (por telefone) que o passeio seria no dia seguinte às 11h e já tínhamos outra programação. Não me ofereceram outro dia.
   
Funicular do Cerro Otto - Bariloche - Argentina
Funicular do Cerro Otto

- Visita à Fábrica de Chocolate - É totalmente dispensável, mas se está no pacote tem que ser oferecida e não foi. Se aconteceu nem fiquei sabendo.

- 1 guia de bolso com informações turísticas - Deve ter virado fumaça de vulcão. Nem sinal dele.

- 1 ingresso ao Cassino com 1 taça de champanhe cortesia - O Cassino tem entrada livre. Recebi os 4 tickets para o champagne, mas menores de 18 anos não podem entrar (minhas filhas têm 12), ou seja, vendem o pacote com um produto que já é gratuito (ingresso) e proibido para menores (cassino e champagne).

- 6 dias de roupas especiais para neve - são bem grossas, o que garante o corpo aquecido apesar do desconforto, desde que não chova. Impermiabilidade zero. São vistas pelas ruas e cerros nos primeiros dias e depois a maioria acaba alugando outras.

- Assistência de viagem internacional - é o seguro de viagem. Prefiro continuar sem usar e sem saber como é.

                 Já fiz todos os cálculos sobre a viagem e continuo preferindo o pacote por conta do voo direto (fretado). Acrescente-se aos voos comerciais os custos do transporte do aeroporto Ezeiza para o Aeroparque (Buenos Aires), uma possível diária de hotel na capital argentina ou horas de espera no aeroporto, os transtornos e imprevistos dos voos da Aerolíneas Argentinas e outras situações que me farão sempre considerar o pacote quando o destino for Bariloche. A não ser que esteja resgatando milhas em algum trecho ou alguma empresa aérea tenha voo comercial direto à Bariloche, como fez a TAM em 2009, mas infelizmente durou pouco.
                  Voltando à pergunta de minha surpresa colega de viagem, eu  viajei para Bariloche 2 vezes pela CVC e viajaria outra, pelos serviços contratados no pacote (voo direto, transfers); quanto ao receptivo continuo a não contratar e não indicar. Em especial, na temporada de 2011, há que se lembrar que, além de não passar por Buenos Aires, chegamos e saímos direto do aeroporto de Bariloche, o que só a CVC garantiu a seus passageiros.



1 de setembro de 2011

O que fazer em Bariloche?


Piedras Blancas - Bariloche - Argentina
Piedras Blancas

              Algumas pessoas me perguntaram quando voltei de viagem:
          "O que tem pra fazer em Bariloche?"
          "Muita coisa!! Impossível fazer tudo."
        Mas o sentido da pergunta é outro. Quem nunca pensou no roteiro, sabe somente que lá neva, quer saber o que  se faz durante uma semana, pois ficar só olhando pra neve não tem graça nenhuma.
        Pois bem, imagine um roteiro turístico no litoral brasileiro. Você escolhe uma capital do nordeste, por exemplo, e a partir dela se organiza para conhecer várias praias ao seu redor, geralmente uma em cada dia. Às vezes indo para outros municípios e até outros estados. Em todas elas você encontrará areia, água salgada, coqueiros e algum diferencial: as barracas de praia, piscinas naturais, parques aquáticos, passeios de buggy ou janganda, etc .
           Agora vamos pensar em Barilcohe. A cidade é seu ponto de partida e está incrustada na Cordilheira dos Andes. Ouvi de um guia que Bariloche é uma panela: as laterais são as montanhas da cordilheira e a água para o cozimento são os lagos, principamente o Nahuel Huape. São vários cerros (montanhas) ao seu redor e a cada dia visita-se um diferente, podendo também ir para cidades vizinhas, como Villa La Angostura, onde fica o Cerro Bayo. Em todos você encontrará neve, teleféricos, paisagens lindas e alguns diferenciais. por exemplo:
- Cerro Campanário - entre as sete vistas mais lindas do mundo.
- Cerro Catedral - a maior estação de esqui da América do Sul.
- Pidras Blancas - 2km de pistas de skibunda.
- Cerro Otto - confeitaria giratória
- Refúgio Neumeyer - ski nórdico num bosque nevado.
  E assim por diante

            Além dos cerros, há passeios lacustres, atrações pela cidade, restaurantes maravilhosos (nem pense em reservar meia pensão) e comprinhas especiais, principalmente os chocolates.  Pela Calle Mitre ficam pessoas chamando para entrar nas tiendas (lojas) e desses 'chamadores de clientes' ouvi frases que, ditas por um argentino, ficaram muito engraçadas:
       "És más barato que Casas Bahia." ou "Mejor que Cacau Show."
             Parece que os argentinos já perceberam o consumismo brasileiro e estão atentos ao nosso comércio.
            
Leia também:
Bariloche com a CVC.
Índice de posts sobre Bariloche

Vai viajar? Conheça o Guia Essencial de Bariloche e Villa La Angostura. Clique aqui.