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23 de novembro de 2011

Bairro da Liberdade - SP

Lanternas do bairro da liberdade - São Paulo
Rua Galvão Bueno
                   A maior comunidade japonesa, fora do Japão, fica no Bairro da Liberdade em São Paulo. Foi lá que me hospedei por 3 dias no início do mês, na principal rua do comércio, no Nikkey Palace Hotel. Realmente é um território oriental em terras brasileiras.
                 As feições vistas pelas ruas confirmam as origens, mas além disso há o idioma tão frequentemente ouvido, os objetos de decoração, os utensílios a venda, os restaurantes, os produtos do mercado, a música ambiente, a arquitetura e outros tantos detalhes que tornam esse lugar tão singular.
                  Todas as instruções escritas no hotel, desde avisos nos elevadores até o cardápio, são apresentadas em português, inglês e japonês. O café da manhã pode ser continental ou japonês, este eu não me atrevi a experimentar porque não saberia em que tijelinha colocar cada um dos diversos alimentos que vi boiando por ali, muito menos imaginava de que se tratavam. Não é como ir a um restaurante de comida oriental para comer os já bem conhecidos rolinhos primavera, sushis, sashimis ou yakissoba. Não há plaquinhas com os nomes dos pratos no restaurante do hotel (Makoto), pois seus clientes habituais sabem exatamente o que é cada um. Imagino que para eles isso seja tão estranho quanto seria encontrar em um restaurante frequentado basicamente por brasileiros os pratos nomeados: arroz, feijão, bife...
                   Quando, em raras situações, os atendentes das lojas são brasileiros, é comum atenderem o freguês em português e conversarem com o patrão em japonês. Vi em uma vitrine o anúncio: "Precisa-se de atendente que fale a língua japonesa". O ponto alto do comércio da região é a feirinha que acontece aos finais de semana, mas como não pude ficar para ver e contar como é, vou postar um vídeo.
                    Dica: quando quiser se sentir estrangeiro e a grana ou o tempo estiverem curtos mesmo para uma visita aos nossos vizinhos sul-americanos, passe uns dias na Liberdade. Garanto que funciona.




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