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16 de julho de 2012

Entrevista no Consulado Americano-SP

Fila de espera no CASV de Pinheiros
CASV de Alto de Pinheiros. Av. São Gualter, 308.
                

          Eu sobrevivi. Ufa!! Ainda há um pouquinho de ansiedade até o passaporte chegar de volta às minhas mãos, mas por hora tudo ok.
          São 2 CASVs em São Paulo. Pela localização, o da Vila Mariana é mais prático para quem chega à São Paulo pelo Terminal Tietê, mas não deu pra agendar ali no dia escolhido, então nosso agendamento ficou marcado para o CASV de Pinheiros, às 11h .

      Saímos de Ribeirão Preto às 3h e às 7:30h desembarcamos no Terminal Tietê. Pegamos o metrô (R$3,50), sentido Jabaquara (linha Azul) e desembarcamos na Estação da Luz para transferência para a linha amarela até a Estação Pinheiros. Fiquei impressionada como esta linha é profunda, são 4 ou 5 lances de escada rolante até chegar ao nível da rua. Até o CASV a corrida de táxi custou R$22,00.
      Se a previsão do tempo for de chuva, previna-se. Não há onde se proteger dela enquanto aguarda ser chamado, mas os vendedores de guarda-chuva estão por ali a postos. Tive que comprar um por R$20,00. Não é possível entrar com celulares e outros equipamentos eletrônicos. Há um guarda-volumes particular ao lado. Como minhas filhas não podiam entrar no CASV ficaram olhando as mochilas.
         Não adianta chegar mais cedo pois a fila se forma pelo horário de agendamento que é de meia em meia hora. Por exemplo, antes das 10h30min chamaram para formar a fila quem tinha agendamento das 11h. O procedimento dentro do CASV é muito rápido para tirar as digitais e a foto, às 10h45min eu já estava liberada. Dali fomos para o Estádio do Morumbi, antes do hotel Formule 1, mas isso é assunto para outro post.
         No dia seguinte, nosso agendamento no Consulado Americano era às 7h20min . As filas também são organizadas pela hora agendada, então madrugar não vai acelerar seu tempo por ali. Como minhas filhas de 13 anos foram convocadas para a entrevista, tive que aguardar a lista em que constava o nome delas chegar às mãos dos atendentes, o que atrasou um pouco. Não é possível entrar com inúmeros itens, por isso deixei tudo no hotel e seguimos apenas com os envelopes de documentos. Há guarda-volumes em frente ao Consulado.
         Dentro do Consulado, mais uma demora imprevista para juntarem os passaportes de minhas filhas (que já estavam lá) aos nossos para fazermos a entrevista em família. Nada exagerado, mas é angustiante esperar pela tal entrevista. A americana que nos atendeu na entrevista foi bem mais simpática que os funcionários brasileiros que organizam as filas no Consulado. Ela perguntou para onde queremos ir, qual o motivo da viagem, o que fazemos no Brasil, quantos funcionários meu marido tem, se as meninas estudam em escola pública ou particular, se temos casa própria no Brasil, se já viajamos para outro país e pediu para ver meu imposto de renda. Depois conferiu as digitais minhas e de meu marido e enfim a aguardada frase: "Seus vistos foram concedidos."
       Às 8:45h já havia feito tudo e estava saindo do consulado. Voltamos para o hotel de táxi (R$10,00) e dali... para casa? Não, para Santos! Relaxar no final de semana olhando o mar depois de tanta tensão.

Leia também:
- Visto americano - a novela (orientações para solicitação do visto)
- Visto americano no Consulado de São Paulo (logística e endereços)
- Visto americano - mais um capítulo (hotéis próximos ao Consulado de SP)
- Visto americano - último capítulo


Um comentário:

  1. Aiii..cansei só de ler..mas o final ,qndo a gnt tá viajando td compensa..hahahaha..
    bjs e otima semana!! :)

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