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31 de dezembro de 2013

Que 2014 seja ainda melhor!

Calendário de 2014
Feliz ano novo a todos!!!
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29 de dezembro de 2013

Creme de milho

Receitinha bem gostosa para os acompanhamentos da ceia de Reveillon.

Receita Creme de milho

Ingredientes
1 cebola ralada
2 colheres de margarina
3 colheres de farinha de trigo
2 copos de leite
1 lata de milho verde escorrido
1 caixa (200 ml) de creme de leite
sal a gosto

Modo de fazer
Bata ligeiramente metade do milho com um copo de leite e reserve. Não deixe que os grãos de milho se diluam totalmente. Refogue a cebola na margarina, acrescente a farinha de trigo e mexa bem (vai virar uma massa compacta). Em fogo baixo, junte um copo de leite e mexa para ficar uniforme. Acrescente o milho batido e o restante do milho em grãos mexendo sempre para não empelotar. Depois de ferver e apurar,
desligue o fogo e acrescente o creme de leite. Acerte o sal.

Dicas
O creme de leite não pode ferver.
A receita é simples, o segredo é a ordem em que os ingredientes são colocados.


27 de dezembro de 2013

City Tour em Búzios-RJ

         Não, ainda não fui à Búzios, mas estarei lá em uma escala de cruzeiro, em janeiro/2014. Por enquanto são apenas pesquisas para aproveitar o melhor possível de um único dia nesse lugar maravilhoso!
       Comecei pelo site da MSC que traz os valores dos passeios oferecidos e me interessei pelo Trolley Tour, que é parecido com um caminhão adaptado, com as laterais abertas permitindo uma boa visibilidade durante o passeio de 1 e 1/2h. Achei a ideia boa, já o preço... nem tanto: são USD49, que no valor de hoje daria R$115,15.
         Uma procuradinha rápida pelo Google e encontrei o site da agência de receptivo que faz o passeio no Trolley Tour por R$50,00 reais, menos da metade do preço. O site tem um link específico para passageiros de navios que eu cliquei toda animada imaginando que desembarcaria e eles estariam no cais me aguardando. Que decepção!
         É uma mensagem orientando os passageiros a fazerem suas reservas diretamente com a companhia de cruzeiros e ainda elenca os motivos para isso justificando: Levando em consideração todos esses pontos, justifica a pequena diferença de valor, lembrando que você também pode reservar todas as suas excursões em cidades que estiverem no roteiro do navio. Temos certeza que o departamento de Excursões do seu navio vai cuidar bem de você. Muito obrigado por escolher a Tour Shop Búzios.
         Bem, na minha opinião, nada justifica um acréscimo de mais de 100%! Como não conheço Búzios, enviei um e-mail para a agência solicitando informações sobre a reserva e fiquei pasma com a resposta gentil indicando que eu reserve diretamente no cruzeiro pois não há disponibilidade. Como?? No site há lugares disponíveis em todos os horários do dia solicitado! 
           É, claro que se faz o passeio se quiser. Também é obvio que posso reservar sem citar que estarei em escala de navio ou simplesmente desembarcar em Búzios, ir até o local e fazer o passeio se houver ainda lugares vagos, mas achei um absurdo, um desrespeito com o turista, isso para mim se chama 'máfia do turismo'.
            A mensagem quer dizer exatamente o quê? Que os passageiros de navio são melhor tratados que os demais durante o mesmo passeio?
Imagem do Google Street View em Buzios
Carro do Google Street View no reflexo da Van, em Búzios.
           Já sei por experiências anteriores que no cais sempre há ofertas interessantes, então vou relaxar e deixar para decidir o que fazer quando chegar à cidade. Mais uma vez meu amigo Google Street View me ajudou, já passeei virtualmente pela Rua das Pedras e fui até a estátua de Brigitte Bardot, muito simples passear pelo centro de Búzios, sem segredos. Para fazer o mesmo, clique na imagem e vire à esquerda para chegar á Rua das Pedras.
             Depois da viagem darei continuidade ao tópico, contando o que fiz por lá.
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19 de dezembro de 2013

Como cuidar do seu queijo

Loja de queijos em Poços de Caldas

               Não dá para voltar de Minas Gerais sem aprender um pouco sobre queijos, não é? Em Poços de Caldas há queijos de todos os tipos na loja O Turistão além de dicas para conservá-los melhor. 

25 de novembro de 2013

Caponata de berinjela

Receita Caponata de Berinjela

Ingredientes
4 berinjelas (compridas e finas)
cortadas em cubos pequenos
1 pimentão verde
1 pimentão amarelo
1 pimentão vermelho
1 pacote de uva passas brancas
sem sementes
300 gr de azeitonas verdes picadas
1 cebola grande ralada
Vinagre
azeite
sal

Modo de fazer 
         Pique os pimentões bem miúdos, misture com a uva passa e a berinjela e tempere como salada, acrescentando o vinagre o azeite e o sal. Deixe um bom caldo. Esparrame a mistura em uma assadeira untada, tampe com papel alumínio e leve ao forno médio, mexendo a cada 10 minutos. Se o caldo secar, acrescente a mistura de vinagre e azeite.
     Depois de 30 minutos, retire e acrescente as azeitonas e a cebola. Mexa bem e volte ao forno por mais 10 minutos para a cebola murchar e a berinjela terminar o cozimento. Sirva frio com torradas.

Dicas
- Guarde na geladeira em recipiente tampado. Experimente e corrija o sabor com mais azeite ou vinagre, caso esteja muito ácido ou oleoso.
- O pimentão e a berinjela também podem ser cortados em tiras finas.


15 de novembro de 2013

Em defesa da rota turística

           Encontrei o texto navegando pela internet e como trata das diferenças entre turistas e viajantes (se é que existem) achei interessante. Perdoem qualquer equívoco na tradução que foi feita half by Google, half by Silmara.

Em defesa da "rota turística”

por JESS LEE · 15 de abril de 2013

Todos nós já nos encontramos com eles pelo caminho: os esnobes viajantes que insistem que ‘eles’ não são turistas e classificam os principais monumentos como ‘armadilhas para turistas’. Eles não seriam mortos seguindo o rebanho.
Em um albergue no Cairo, conheci uma garota que anunciou que estava na cidade há três meses e ainda tinha que ver as pirâmides. Seu tom sugeria que ela estava esperando para ser premiada com uma medalha para o viajante mais subversivo. Conversando naquela noite, eu lhe disse que iria cair fora de explorar mesquitas antigas do dia seguinte. "Você é uma turista", ela fungou.
Para os viajantes com essa mentalidade, a viagem gira em torno de ficar fora do caminho já conhecido. Mas será que propositadamente se afastar dos lugares mais famosos do país, só porque outras pessoas querem vê-los, faz deles viajantes melhores?
Topei com Paul em uma praia bastante conhecido em Goa. Pouco antes de sair de cabeça para as antigas ruínas do Império Vijayanagara de Hampi, ele passou uma manhã palestrando para mim sobre sua filosofia de viagem. Ele ainda tinha que visitar qualquer coisa rotulada de 'visionária', porque estava aqui para descobrir o 'real' da Índia. É por isso que ele estava viajando sem um guia. Quando eu salientei que - com guia ou não - ele acabaria chegando a uma praia muito popular entre os mochileiros, tornou-se um pouco irritado.
Eu costumava ter problemas com turistas que parecem assinalar mentalmente os locais onde chegam, aqueles que viajam só para dizer que estiveram em algum lugar. Atualmente, porém, eu tenho a mesma probabilidade de deixar irritadas as pessoas do outro lado do espectro - as pessoas como Paul e a garota que eu conheci no Cairo, que pensam que viajar é um jogo de superioridade em que apenas o diferente, loucos ou extremo contam pontos. Desde quando se tornou coisa do passado "ver as paisagens"?

O que há de tão errado em querer ver o Taj Mahal?

Taj Mahal

O escola de viagens adepta da exclusão do guia ensina que sem ele pode-se ter aventuras maravilhosas e algumas das melhores lembranças de sua viagem. Eu tive experiências incríveis me hospedando em pequenas aldeias que são difíceis o suficiente para identificar em um mapa normal, e muito menos serem apresentadas em um guia. Andei através de ruínas assombradas, amarrando a minha rede nas praias vazias, que veem apenas um punhado de visitantes a cada ano. O problema é que de seguidores desta escola parece ter emergido uma nova atitude que considera qualquer visão maior, ou ponto de referência visitado por muitas pessoas  como maçante e inautêntico.
Imagine ir a Paris e não subir a Torre Eiffel, ou escolher visitar Agra sem incluir ver um nascer do sol no Taj Mahal onde ele lentamente sob a névoa no início da manhã . E como é uma visita a Bangkok completa sem a sobrecarga de ouro no complexo Grand Palace? Estes pontos turísticos e monumentos populares são uma parte das trilhas turísticas de suas nações, mas isso não os torna menos dignos. A sua própria popularidade com os visitantes repousa sobre a identidade cultural e histórica única que possuem. Na maioria dos casos, os ônibus cheios de turistas estão lá por um bom motivo.
O conceito de ficar fora do caminho batido não se refere apenas a alcançar os lugares mais selvagens e remotos possíveis. Deve envolver tomar o tempo e esforço para cavar mais fundo em seu destino. Você pode fazer isso facilmente, mesmo em atrações turísticas muito lotadas, como Angkor Wat, optando por ficar mais alguns dias e explorar os templos menos visitados. Optando por mudanças simples como dizer sim a essa oferta de sentar para uma xícara de chá com um vendedor do mercado e deixar a câmera longe do seu rosto por alguns minutos para saborear o momento (em vez de pensar em sua próxima oportunidade de foto) tudo acrescenta camadas mais ricas à sua experiência.

Por que ficar fora do caminho batido é um equívoco em si

A menos que você esteja pensando em atravessar o Darien Gap ou deserto da Arábia Saudita (e sim, esses lugares têm sido visitado por alguém), você provavelmente vai esbarrar em outros viajantes. Esses locais tornaram-se populares porque são interessantes, historicamente ou culturalmente importantes, ou simplesmente lindos, por isso não é nenhuma surpresa encontrar-se entre outros visitantes.

Lembra-se de Paul em Goa, que era demasiadamente esnobe para visitar Hampi porque foi invadida por turistas? Encontrei com ele novamente em Kerala. Ele estava gabando-se de sua visita ao antigo local de peregrinação Jain de Sravanabelagola, o que considerou 'real da Índia’. Ele ficou cabisbaixo quando eu disse que também tinha estado lá e, como ele, subi os degraus com os pés descalços até a estátua do santo Jain Gommateshwara.


Jess Lee especializou-se em escrever sobre o Oriente Médio, Norte da África e Turquia. Foi co-autora de guias de viagem Lonely Planet para o Egito, Turquia e Israel. Siga as aventuras de Jess em @jessofarabia .

4 de novembro de 2013

Comida de Avião

Comida de avião

       Comida de avião sempre rendeu boas piadas para humoristas de plantão, tanto que algumas delas foram reunidas em um episódio do extinto programa Junto e Misturado. Brincadeiras à parte, os saudosistas dizem que um dia a comida servida nos voos foi boa, devem estar se referindo à uma época em que pouquíssimos passageiros utilizavam esse meio de transporte, que hoje se populariza cada vez mais.
          Quando a Gol entrou no mercado anunciando que garantiria as menores tarifas, mas reduziu o serviço de bordo às goiabinhas e barrinhas de cereais, foi vista com certa estranheza. Depois a Azul ficou famosa por suas batatinhas e outros snacks por vezes citados com alguma ironia; hoje as balinhas de gelatina em forma de avião são um sucesso nos voos da companhia. E a Webjet então? Passou a cobrar tudo que fosse servido nos voos, prato cheio para os humoristas que diziam que para receber um 'bom dia' das comissárias era preciso pagar pelo seu 'web-bom-dia'.
        Já a TAM parecia que não se dobraria a essas modernidades. E não se dobrou mesmo, o tapete vermelho continua a ser estendido aos passageiros diante das escadas da aeronave e nada de embalagens laminadas no serviço de bordo, aliás, no voo entre Ribeirão Preto e São Paulo nada de nada, apenas bebidas: água, suco ou refrigerante. Ou seja, da comida boa dos áureos tempos da aviação brasileira (que eu não presenciei) regredimos para a comida ruim e para comida nenhuma.
      Encerro com uma pergunta parodiando uma antiga propaganda de biscoito: A viagem aérea se popularizou por que caiu a qualidade do serviço (e o preço) ou caiu a qualidade do serviço por que se popularizou?
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30 de outubro de 2013

Omelete de forno


Receita Omelete de forno

Ingredientes

5 ovos

1 lata de seleta de legumes
1 lata de atum
1 xícara (chá) de cheiro verde
1 xícara (chá) de queijo ralado grosso ou picado
1 colher de farinha de trigo
1/2 xícara de leite
1 colher de fermento em pó
sal a gosto

Obs: substitua ou acrescente as opções do recheio como preferir: cebola, tomate, azeitonas, sardinha, ervilha, palmito, etc. Sugestão: mantenha o queijo e o cheiro-verde.

Modo de fazer


          Bata os ovos ligeiramente e acrescente os demais ingredientes, deixando o fermento por último. Unte uma forma refratária com margarina e farinha de trigo, despeje a mistura e leve ao forno médio de 30 a 40 minutos.
Bom apetite!
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Mimos: O caderno de receitas com o cupcake em E.V.A. foi presente de uma amiga e a toalhinha é resultado de quando faço arte com patchcolagem.

23 de outubro de 2013

Cemitério virtual - Humberto Werneck

           Comemorei 3 anos do blog e isso me fez pensar no poder de imortalidade que esse espaço virtual concede a seus autores, mais ou menos como descreveu Humberto Werneck sobre o Facebook em crônica publicada no jornal O Estado de São Paulo e citada por Eugênio Bucci na Revista Época. Leia e reflita:


Cemitério Virtual

Lápide de inernauta

     Você pode cutucar um defunto. Não recomendo, mas pode. Pode também curtir, e até compartilhar. Também não recomendo. Você só não pode é adicionar – seu pedido de amizade, é óbvio, cairia em ouvidos para sempre moucos. Melhor deixar quieto.
      Que conversa é esta? Estou apenas divagando a partir de um artigo que li faz uns dias, a respeito de um problema (mais um) em que nunca havia pensado. Seguinte: a pessoa abre uma conta no Facebook, farta-se de acumular amigos, curtir, cutucar, comentar, compartilhar, toda aquela lambança social-virtual que nós conhecemos, até que um dia, desculpe tocar no assunto, estica as canelas. Na vida real, bem entendido. Porque na vida virtual, e este é aqui o centro da questão, ela continua viva. Você já tinha pensado nisso? O fato é que o Facebook vai aos poucos se coalhando de defuntos. Virou um cemitério virtual.
       É possível que você, depois de bater os olhos no título acima, tenha se mandado para leitura mais amena. Lamento. Mas não posso fazer nada. O assunto que tenho hoje é este, as almas penadas do Facebook. Tinha outro – ia escrever sobre a fauna do parque aonde vou malhar (em ferro frio), mas descartei o texto semi-escrito, pelo menos por ora, por desconfiar que você não ia acreditar se eu contasse o que vi lá no domingo passado: um grupo de rapazes fumando narguilé. Ficaria parecendo que botei o narguilé e os moços, nada árabes, por sinal, para enfeitar a crônica. Que nem meu amigo Fernando Mitre, que ao redigir uma notícia sobre um príncipe a passear pela Floresta Negra não resistiu à tentação de fazer pousar um pássaro igualmente negro nos ombros de Sua Alteza.

Equivalente eletrônico do formol

        Pode ser que eu esteja falando sozinho, mas vou em frente. A tal matéria de fato mexeu comigo. Me cutucou, curti, quero compartilhar. Acendeu em mim a suspeita de que talvez haja, sim, vida após a morte. Senão eternidade, pelo menos uma sobrevida indefinida. O sujeito que adere ao Facebook não sabe que nem a morte o tirará de lá.
      Duvida? Então repare: a rede está cheia de defuntos que, literalmente sem saída, ali permanecem, insepultos. Morreu, tá morrido? Não no Facebook. Fica lá, com aquela cara confiante de quem não ia morrer, fazendo planos para o churrasco a que não vai comparecer por motivo de falecimento. Periga ser mesmo a vida eterna. Não importa se a criatura foi ou não virtuosa; virtualmente, a sua sobrevida está assegurada. Imortalidade assim, nem na Academia de Letras.
       Parece haver no Facebook um equivalente eletrônico do formol. Ali você permanece em melhores condições do que a múmia do Lênin naquela câmara mortuária em Moscou. No caso do Lênin, pelo que li, pouco lhe resta hoje de original, tanto remendo sua carcaça vem recebendo, tanto quanto o comunismo, desde o falecimento, em 1924. No Facebook, estaria mais bem preservado.

“Relacionamento póstumo”

      Estou longe de ser um conhecedor da rede, mas até onde a minha cansada vista alcança as coisas se passam da seguinte maneira: caiu na rede, caído ficará. Pois só você pode sair do Facebook, você ou quem possua a sua senha. E quantos conhecem a senha do outro? Pois se nem da minha consigo me lembrar. Entrei, faz uns dois anos, porque estava lançando um livro (O Espalhador de passarinhos e Outras crônicas, à venda nas melhores livrarias) e queria divulgá-lo. Pensei assim: quem vê Face, vê book. Não é que funcionou? Só você não comprou ainda o seu exemplar. Agora suponha que eu, por fastio da literatura ou da espécie humana, queira cair fora. Como, se não tenho a senha? Talvez o pessoal do caderno de informática possa me orientar. Na falta disso, minha insignificante pessoa seguirá sendo, na rede, após o fatal batimento de botas, algo como a mais indelével das tatuagens.
      Se saída não houver, talvez eu tenha mesmo que me acostumar. Com algumas alterações, naturalmente, no meu perfil no Facebook. O item “em um relacionamento sério” (sou mais um relacionamento divertido) pode virar “em um relacionamento póstumo”. Vamos manter o cutucar, o compartilhar, o curtir. Mas que tal introduzirmos a opção “cremar”?

Texto publicado originalmente em


15 de outubro de 2013

Meu Fotolivro de New York

          Hoje é meu dia, Dia do Professor, e ganhei um presentinho para alegrar ainda mais meu feriado: chegou meu Fotolivro de New York, gentileza do FotoRegistro.

Álbum de fotos de viagem feita no site Foto Registro

         Eu adoro fotos, mas não há como negar que a câmera digital nos deixa mais preguiçosos, vemos as fotos no computador e nos esquecemos do prazer que é tê-las em mãos. Minha viagem para New York, por exemplo, foi em janeiro e só agora organizei as fotos no álbum que ficou lindo!
Álbum de fotos de viagem feita no site Foto Registro
     Este é o tamanho extra-grande do Fotolivro Plus, mede 30cm x 30cm. Como as páginas são grandes, em 20 páginas coloquei 100 fotos, além das duas imagens das capas.
       São muitas as opções de layout, fundos, detalhes, etc. Algumas são diferentes na montagem online ou offline, mas ambas oferecem vantagens. Para montar online é possível pegar as fotos direto dos álbuns do Facebook ou fazer o upload de outras. Montando offline, é preciso baixar o programa e utilizar todos os arquivos de fotos que estejam no computador, CD ou pendrive.

       A entrega foi rápida: terminei de montar o álbum no dia 08/10 e uma semana depois (15/10) a encomenda chegou. O legal é que ao terminar a montagem, o programa gera um arquivo PDF para que você confira a prévia da impressão. O meu está aí embaixo para verem como é.

   Explorem o site FotoRegistro para conhecerem as opções de presentes, álbuns e decoração, tudo lindo de viver! Adorei o presente.



9 de outubro de 2013

Tapete amarradinho

Tapete amarradinho - Tapete Medusa

         Essa aí na foto é a Belinha, a pintcher adotada recentemente pela minha mãe, mas o post é sobre o tapete que fiz para ela nas últimas férias. Apenas retalhos de malha, talagarça e paciência.

Tapete amarradinho - Tapete Medusa         Minha mãe contou que minha avó paterna fazia esse mesmo tapete de retalhinhos usando como base um saco de estopa desfiado para fazer os furinhos onde o tecido é passado. Felizmente hoje é bem mais simples, basta comprar a talagarça do tamanho que desejar.
Tapete amarradinho - Tapete Medusa
     Eu não fiz um passo-a-passo, mas é tão simples que as fotos de cada etapa são desnecessárias. Corte os retalhos de malha em tiras de 8cm x 2cm. Puxe cada tira pelas pontas esticando até formar o rolotê que será passado e amarrado na talagarça.
Tapete amarradinho - Tapete Medusa

       Para passar cada rolinho pelo furo da talagarça, use a ponta de uma tesoura ou um palito. Para mim o que funcionou melhor foi um palito de madeira envernizada daqueles de fazer penteados orientais. Comece das extremidades e termine no meio.

Tapete amarradinho - Tapete Medusa        
         Se eu que tenho duas mãos esquerdas consegui, é porque realmente é muito fácil. A Belinha adorou o dela, agora preciso fazer um para mim.
Tapete amarradinho - Tapete Medusa
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3 de outubro de 2013

Balneário Camboriú - SC: índice de postagens

Posts atualizados em setembro/2016, após nossa 5ª visita a Balneário Camboriú: 
2000, 2011, 2012, 2013, 2016
Balneário Camboriú vista desde a Praia do Canto


Todos os posts do blog, desde o mais antigo:

- Balneário Camboriú (em escala de cruzeiro)
- Palmas para crianças perdidas
- Balneário Camboriú com chuva
- Esticadinha até Florianópolis
- Praia de Laranjeiras
- Conclusões sobre Balneário Camboriú
- Hotel Geranium
- Balneário Camboriú - faça as contas
- Balneário Camboriú no inverno
- Praia do Canto
- Cristo Luz
- Barra Sul
- Sabores de Balneário Camboriú
- Esticadinha até Blumenau e Brusque
- Beto Carrero World
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28 de setembro de 2013

Blumenau e Brusque - SC


Pórtico de entrada de Blumenau, próximo à Vila Germânica
Pórtico de entrada de Blumenau, próximo à Vila Germânica
Vila Germânica, em Blumenau - SC
Vila Germânica
          
     Há quem ache perda de tempo, mas eu gosto de aproveitar uma viagem para conhecer outro destino em um bate-volta. Desde Balneário Camboriú já fomos para Florianópolis em 2012 e na estadia deste ano fomos até Blumenau e Brusque. 



Restaurante da Vila Germânica, em Blumenau - SC
Restaurante da Vila Germânica

         O roteiro nas duas cidades catarinenses é bem marcado, sem muitas variações: Blumenau para conhecer o que se refere à Oktoberfest, cuja 30ª edição começa daqui a alguns dias (3 a 20 de outubro de 2013), e Brusque para fazer compras.


Vila Germânica - Blumenau - SC
              A maior festa alemã do Brasil, foi inspirada na original de Munique que acontece desde 1810. Há alguns anos, em minha primeira visita à Balneário Camboriú, um colega de viagem, que já havia estado na Oktoberfest, disse que não havia segredos na festa: era beber enquanto aguentasse e depois voltar para o hotel, que nem precisava ser tão bom, pois os hóspedes passavam a maior parte do tempo se curando da noitada.
Árvore na Vila Germânica representando a união entre Brasil  e Alemanha
Árvore na Vila Germânica representando a união
entre Brasil  e Alemanha

         Exageros à parte, ele não estava assim totalmente errado pelo pouco que ouvi sobre a festa na visita ao Museu da Cerveja. O guia explicou que quando a festa surgiu em 1984, comprava-se o caneco e ele era o ingresso que dava direito a beber à vontade dentro do pavilhão. Com o passar dos anos, comprava-se o ingresso e separadamente o caneco para beber. Nas últimas edições da festa tudo é pago separadamente: o ingresso, o caneco e a cerveja.





Canecos de todas as Oktoberfest no Museu da Cerveja - Blumenau
Canecos de todas as festas no Museu da Cerveja
      

          A justificativa é evitar que os turistas bebam até cair e não desfrutem de outras opções como os shows folclóricos, a gastronomia típica, as bandas, os desfiles de rua, os trajes, etc.



Museu da Cerveja - Blumenau - SC
       Há também os pontos turísticos a serem visitados na cidade. As opções de passeios e roteiros estão disponíveis no site oficial. Clique aqui.
Eu visitei apenas o Museu da Cerveja, além da Vila Germânica. Mas o que encontrei de mais impressionante em Blumenau foi a comida deliciosa, com suco e sobremesa por R$11,00 na AABB, já falei sobre isso aqui e está recomendadíssima.

Museu da Cerveja - Blumenau - SC
          Depois disso fomos às compras em Brusque onde as malhas são realmente muito, muito baratas em relação aos preços praticados no Estado de São Paulo. São roupas de qualidade, por exemplo, a R$4,00 uma camiseta infantil, ou R$5,00 uma regata sanfonada, ou R$19,00 uma camiseta masculina de manga longa. É de enlouquecer! Tanto que não tenho uma única foto de Brusque, só quando descarreguei a câmera percebi que não perdi tempo nem para tirá-la da bolsa...rs
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23 de setembro de 2013

Bolinho de arroz assado

           Bolinho de arroz é uma delícia, mas frito parte do sabor é substituída pelo acúmulo de gordura. Que tal uma opção assada?

Receita de bolinho de arroz assado

Ingredientes

2 xícaras de arroz cozido

1 cenoura ralada
1 cebola ralada
1 dente de alho amassado
1/2 xícara de cheiro-verde
2 ovos
4 colheres de farinha de trigo (substitua 2 colheres por farinha de linhaça dourada, é mais saudável)
1 xícara de queijo ralado
1/2 xícara de leite
1 pitada de sal
1 colher  (sopa) de fermento em pó


Modo de fazer


   Esfarele bem o arroz e misture com os outros ingredientes, ajustando as quantidades de leite e farinha se for preciso. Lembre-se que o arroz e o queijo já são salgados, por isso acrescente pouco sal. 
     Unte uma forma para cupcake com margarina e farinha, coloque a massa dos bolinhos e leve para assar por 30 min. 
     Rende 12 bolinhos de arroz assados.

Receita de bolinho de arroz assado

Bom apetite!
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17 de setembro de 2013

Animais do Beto Carrero World

Animais do Beto Carrero World
Passarela dos tigres
            A comparação não faz muito sentido, eu sei, mas assim como o Animal Kingdom, em Orlando e o Busch Gardens, em Tampa, a definição do Beto Carrero World fica entre um zoológico que tem brinquedos radicais e/ou um parque de diversões que tem animais. Principalmente quem está com crianças pequenas, deve ficar atento para as possibilidades de interação com esses bichinhos.

Animais do Beto Carrero World

         No Jardim Encantado das Aves, entra-se em um viveiro gigante onde várias espécies estão soltas voando sobre nossas cabeças. Na foto a Laura está assobiando para uma delas que responde no mesmo ritmo. 

Animais do Beto Carrero World

          No espaço Mamãe e Filhotes muita gente vira criança, como dá pra ver nas fotos. Todos os dias, às 15h, os visitantes podem alimentar os cabritinhos na mamadeira. O problema é que são mamães demais para filhotes de menos. A alimentação dos bichinhos, é claro, é controlada, há um limite de mamadeiras (de 50 a 60) que são vendidas a R$2,00 cada uma. Meia hora antes começa a se formar a fila para comprar as disputadas fichinhas que serão trocadas pelas mamadeiras.

Animais do Beto Carrero World

           Os espaços onde ficam animais de pequeno e grande porte são muito bem cuidados. Entre eles chamam a atenção a  Passarela dos Tigres e o Jardim Secreto onde se encontram os felinos. Este último fica mesmo bem escondidinho e as crianças se encantam com a 'descoberta'.

Animais do Beto Carrero World
Leoa branca no Jardim Secreto
            Os cavalos estão em diversos pontos, nos shows Excalibur e O Sonho do Cowboy, na atração Dino Magic e, nos momentos de descanso, no Mundo Maravilhoso dos Cavalos, onde ficam os cavalos do show Excalibur, e nas Cavalarias, onde há uma baia especial para o cavalo branco que juram que é o Faísca, o animal companheiro de Beto Carrero.

Animais do Beto Carrero World

           Na Hípica há passeios de pônei das 14h às 16h, menos em dias de chuva. Após cada show de Excalibur os atores ficam com seus cavalos para serem fotografados. No parque/zoo também há zebras, girafas, ursos, macacos, suricatas, serpentes e diversas aves. Para os adultos pode até parecer aborrecido, mas não há criança que não se encante com os animais.

Animais do Beto Carrero World

12 de setembro de 2013

Fugindo da Folia - Danuza Leão

Bloomingdale's em New York
             

           Para não ouvir o som de um só tamborim, a solução foi Nova York. Oito dias de primeiro mundo, neve, uns dólares no bolso, o que mais alguém pode querer da vida? Começa a sentir o gosto da felicidade quando toma aquele uísque no avião, o da aventura. Na escala em Washington, sai enlouquecida atrás uma loja, qualquer loja, para a primeira compra. Não encontra, mas resolve o problema com um pacote de pipocas amanteigadas.
               Larga a mala no hotel sem nem abrir e desce para uma voltinha rápida. Na Quinta Avenida, aquele desfile de mulheres lindas, bem-tratadas, cabelos impecáveis (clima seco), um massacre para quem acaba de chegar. Vai se organizar.
            Lê com atenção o famoso caderninho com as dicas. Pontas de estoque onde se compram as etiquetas famosas por nada, listas de produtos para a pele, o cotovelo, o calcanhar, tudo na rua dos brasileiros. E um endereço onde se consegue baratinho, entradas para a Broadway. Tem que ir pessoalmente e vai depender de sorte, claro, mas é a metade do preço. Vai ser obrigada a ver Miss Saigon, O Fantasma e Os Miseráveis, que remédio. Amanhã cedo começa a a batalha: Lexington com 60, claro.
             Nunca se falou com a devida seriedade sobre o cheiro do Bloomingdale's. Muita mulher já largou marido e filhos, outras roubaram, até mataram, só pelo que ele representa. É o glamour, o sucesso, o jet set; é Nureyev, Sinatra, Woody Allen, Dustin Hoffman, Andy Warhol, são os Kennedy. É esse o cheiro que faz as pessoas terem a ilusão de fazer parte desse mundo, não é maravilhoso? Pois é lá mesmo, amanhã, que vai começar a batalha, full time, das dez às seis da tarde.
                Quando chega no hotel destruída, gelada, o nariz vermelho, carregando um monte de pacotes já é noite. Vai descansar, cuidar da Beauté, ver televisão. Seria uma insensatez sair, cansada do jeito que está e nesse frio. O banheiro parece uma perfumaria, tal a quantidade de produtos. Toma um banho de espuma (gengibre com Kiwi), usa o maravilhoso xampu, o deslumbrante creme, as gotinhas milagrosas, pede um sanduíche e fica vendo televisão. Só quando vais ecar o cabelo descobre que a tomada do secador brasileiro não funciona em Nova York, precisa de um adaptador, amanhã cedo compra.
              Parou de nevar e as calçadas estão escorregando, coloca as botas com sola de borracha (aquelas que enfrentam uma guerra) e sai, sem passar nem um blush, para comprar o adaptador; mas quando atravessa a rua, pisa numa camada fina de gelo e cai com os dois pés numa poça; com as botas molhadas, a calça respingada e os cabelos crespos (secaram ao natural), a imagem é desoladora. Mas está ao lado do Bloomie's e não resiste, dá uma entradinha.
                Oh, destino. Dá logo de cara com a mulher mais elegante de São Paulo, quiçá do Brasil. "Oi". Oi, mas e os pés, como faz para esconder? Dá dois beijos e conversa bem de perto, para que ela, sem um só fio de cabelo fora do lugar, não possa olhar para baixo e ver a tragédia. Maravilhosa, a maquiagem impecável, e uma raposa prateada em volta do pescoço, mas como consegue? Já aconteceu, já foi, "tchau, estou morrendo de pressa"; agora, seja o que Deus quiser.
                 Começa a se dar conta da importância dos detalhes na vida de uma pessoa. A falta de um simples adaptador foi responsável por essa cena lamentável e de consequências imprevisíveis. Pois vai mudar tudo, e já.
                Chega no hotel e a primeira providência é jogar fora o secador ( e o tal caderninho). Marca hora num cabeleireiro maravilhoso (100 dólares), pede ao concierge que consiga os melhores lugares para o teatro e uma limusine, pronto. Vão ser cinco dias e não dez, mas viajar para andar de ônibus, entrar em fila, procurar endereços preciosos, só para estar em Nova York, qual a graça? Vai voltar falida, mas a ilusão tem seu preço.
                  A culpa é do cheiro do Bloomingdale's.

8 de setembro de 2013

Campanha pela valorização do agente de viagem




Achei muito fofa a campanha. 

Eu me alterno entre ser turista e viajante, por isso adoro ter alguém para resolver toda a burocracia para mim. Meu problema não são os agentes de viagem, são os guias de turismo, pois não aguento ninguém controlando meus horários e roteiros.

Eu escrevi sobre os agentes de viagem aqui.
logo mala

7 de setembro de 2013

Como escolher um cruzeiro marítimo

Navio

           Escolher um cruzeiro envolve muitos fatores além de quando e para onde ir. Para começar o navio é um destino em si mesmo e escolher entre as várias opções de cada temporada envolve a combinação de diversas coordenadas: qual porto, data, destino, tipo de cabine, duração da viagem, sistema all inclusive ou não e, claro, preço. A cada combinação entre os itens citados o preço se altera. Então... paciência na hora da escolha para que seja o cruzeiro dos sonhos.

            A temporada 2013/2014 terá treze doze navios na costa brasileira. Vai de 05/11/2013, com a primeira saída do Imperatriz (Empress) até 22/04/2014, quando acontece a última saída do Splendour of the seas. Se a você só interessa conhecer um navio específico e os detalhes restantes não importam, é só escolher um deles:

Pullmantur Imperatriz - 05/11/2013 a 19/04/2014
- Pullmantur Zenith - 09/12/2013 a 28/03/2014
- Pullmantur Soberano - 26/11/2013 a 30/03/2014

- MSC Preziosa - 10/11/2013 a 10/03/2014
- MSC Magnífica - 23/11/2013 a 29/03/2014
- MSC Poesia - 1º/12/2013 a 13/04/2014 (saídas de Buenos Aires)
- MSC Orchestra - 11/11/2013 a 11/03/2014

- Costa Fascinosa - 18/12/2013 a 16/03/2014
- Costa Favolosa - 22/12/2013 a 25/03/2014

- Grand Mistral - 18/12/2-13 a 17/03/2014 (cancelado - leia a notícia)
- Grand Celebration - 30/11/2013 a 11/03/2014 (saídas de Buenos Aires)

- Louis Aura - 28/11/2013 a 26/03/2014

- Splendour of the Seas - 23/11/2013 a 22/04/2014

* Além do Grand Amazon (Iberostar) que viaja pelo Rio Amazonas - 03/05/2013 a 30/12/2013


             Para dar uma mãozinha na escolha do cruzeiro ideal, ajudando a afunilar as opções, faça um dos testes abaixo, clicando sobre o porto de sua preferência:





Outras informações sobre a temporada 2013/2014

- Essa temporada volta a ter a opção de Fernando de Noronha entre os roteiros. O navio é o Louis Aura, com saídas de Recife, Natal, Fortaleza ou Cabedelo (PB).

- O cruzeiro temático mais comentado do Brasil  Emoções em Alto Mar, com Roberto Carlos, terá sua 10ª edição de 08 a 12/02/2014, no navio MSC Preziosa. As reservas começaram ainda no final de 2012 e muitas cabines já estão esgotadas. Veja o site.

Navio MSC Preziosa

- O Preziosa é o mais novo navio da MSC, lançado ao mar em março/2013.