Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

31 de janeiro de 2013

Chegando a New York City

      Eu entrei nos Estados Unidos por New York e antes da viagem não quis ler nada a respeito da passagem pela imigração para não ficar ainda mais tensa com a situação. Se você ainda não viajou para os EUA e quer evitar o pré-stress, pule para o terceiro parágrafo do texto. O voo de Guarulhos ao JFK airport pela American Airlines durou 9h e 20 min e depois da noite mal dormida não há como ter ânimo para a etapa seguinte, só fica mesmo a tensão que começa no Brasil, no balcão de check-in, onde perguntam quem fez as malas, onde, quando e se está levando alguma encomenda.
        A fila da imigração é enorme e enquanto aguardam, os pobres mortais não-americanos assistem em  grandes monitores às instruções em tom amigável em inglês e espanhol sobre os procedimentos da entrevista. Na prática, os americanos ainda se acham a última bolacha do pacote e não fazem nenhuma questão de ser simpáticos, mesmo que em relação à economia essa última bolacha esteja se esfarelando e   por isso desejam  intensamente que nossos reais se convertam em dólares gastos no país. Na fila vi uma jovem sendo levada algemada pelos policiais junto com sua mala, uma brasileira com o braço engessado que não conseguia encaixar os dedos no visor para ler as digitais e foi levada para a tal 'salinha' de quem não  tem a permissão de entrada logo no guichê, um menino judeu (usava kipá) perguntando espantado 'Why?' quando não recebeu o precioso carimbo em seu passaporte (depois ele conseguiu, eu o vi no saguão do aeroporto), até a guia de turismo que nos acompanhava, e já esteve várias vezes nos EUA, ficou mais de uma hora na 'salinha' até ser liberada. 
          Famílias fazem a entrevista juntas, quando chegou nossa vez, o policial que nos atenderia abandonou o posto, depois de alguns minutos perguntei à funcionária que organiza a fila se não poderia ir para outro guichê mas a resposta foi seca "He will go back." E ali ficamos esperando até que ele voltasse enquanto quem estava atrás de nós na fila inicial passava.  
           O que me disseram que poderia ser perguntado: Se era a primeira vez nos Estados Unidos. Por que estávamos viajando. Quanto de dinheiro estávamos levando. Preparei-me tanto mentalmente para ouvir e responder tais perguntas em inglês que quando o policial começou mudando a ordem da entrevista respondi com um sonoro "What?". Ele queria saber quantos dias ficaríamos no país...rs A partir daí retomei meu equilíbrio e foi tranquilo, as perguntas foram:

- How many days will you stay? (Quantos dias vocês vão ficar?)
  Fourteen days, until january twenty three. (Catorze dias, até 23 de janeiro)

- Travel for business or pleasure? (Viagem a negócios ou a passeio?)
   For pleasure, in vacation's family. (A passeio, em férias da família)

- First Time at United States? (Primeira vez nos Estados Unidos?)
   Yes. (Como só eu respondia por nós quatro, ele emendou a pergunta: First time for all?)

      E foi só, todos os passaportes carimbados, digitais lidas e quando cheguei ao saguão do aeroporto depois de pegar as malas lá estava nosso entrevistador comendo donnuts, mais americano impossível. 

JFK Airport - New York          Até passar por todas as etapas burocráticas levamos quase 2 horas, mas mesmo antes de sair do setor de desembarque do aeroporto você já se sente em New York City e esquece todos os perrengues anteriores.
       O painel enorme do Spider Man, o mais novaiorquino dos super heróis, e os táxis amarelos esperando por passageiros do lado de fora não deixam dúvidas: você chegou à Big Apple.
JFK Airport - New York
          
        Acerte os relógios para três horas a menos que o Brasil, de uma olhada nos cupons de desconto que ficam em painéis no centro do salão, pegue os que lhe interessar e... agora é só festa.

logo mala

29 de janeiro de 2013

Eu, no Google Street View

Imagem do Google Street View

        Eu acho o Google Street View interessantíssimo pelas possibilidades de se conhecer um lugar antes de chegar a ele. Já escrevi sobre essa ferramenta aqui e aqui está o link para o aplicativo da cerveja Stella Artois que entrega a encomenda na sua casa (virtualmente, claro) via Google Street View.
        Mas nunca imaginei que a flagrada nas ruas de minha cidade fosse eu!! Nem percebi o carro passando, não me lembro de ter visto algum dia esse veículo, no entanto lá estou eu.
        Pela imagem capturada dá para saber que foram feitas um ano antes da divulgação (em agosto/2012), pois meu carro estava com o bagageiro porque eu havia chegado naquela semana de Bariloche, para onde fomos em agosto/2011.     

27 de janeiro de 2013

Viajar, viajar

Capa do livro de contos e crônicas de João Ubaldo Ribeiro

Viajar, viajar

João Ubaldo Ribeiro


Estou em Paris e sou um fenômeno. Pagaram minha passagem, deram-me ajuda de custos e aqui estou eu. Dirão vós: que há de tão fenomenal nisso? Afinal, alguns brasileiros, talvez em número bem maior do que estimamos, já estiveram ou estarão em Paris. Verdade, verdade, mas meu caso é raro, pois que sou o único que se queixa de viajar a uma cidade sem rival e, com perdão da má palavra, imperdível, ainda por cima sem gastar praticamente nada do parco dinheirinho que ganho escrevendo coisas sem as quais o mundo permaneceria tal e qual. Verdade, verdade, mas encaro minhas viagens como uma sina, porque detesto viajar e cada vez detesto mais. Conto-vos por quê, na esperança de encontrar alguma compreensão.

Viajar dá trabalho, em primeiro lugar. Não sei, e não por falta de empenho, Deus é testemunha, fazer malas. Por alguma razão que escapa a meu entendimento, tudo o que já foi posto com folga na mala, por minha heroica consorte, sobra na hora de voltar. Diriam vós: “Ah, o safardana passa o tempo nas lojas, se entope de compras e aí não vê jeito de encontrar lugar na mala para botar tudo”. Ledo engano, eu não compro nada, fujo de lojas e, atentai para o que vos chamo a atenção, sou do tempo em que Nova York era uma viagem na qual as senhoras elegantes usavam chapéu, não era coisa para qualquer um. Hoje, Nova York talvez seja mais fácil de alcançar do que a Barra da Tijuca, nos horários de pique. E pensando bem, quem vai à Barra não precisa de Nova York: está tudo lá, inclusive em inglês, língua hoje pouco falada na Nova York propriamente dita.

Mas o que acontece comigo e as malas é um mistério. Rotineiramente, as roupas se duplicam, os bagulhos e remédios que todo coroa e paranoico, categorias em que me encaixo belamente, carrega consigo se transformam num mar de caixas e embalagens, camisas e afins assumem proporções extraordinárias e vários problemas correlatos me afligem. Enfim, para vos confessar a mais pura verdade, eu levo uma sacola extra em qualquer viagem ao exterior. Ela vai vazia dentro da mala principal e, empanturrada, se torna indispensável na volta. Devo reconhecer que, em meu favor, depõe o fato de sempre me darem livros, com dedicatórias, que não tenho coragem de jogar na cesta e até me deram, numa vez em que estive na feira de Arles, na Provence, dois salames - não sei se estavam querendo me dizer alguma coisa não tão sutil.

E tem o problema da viagem de avião, agora sem poder fumar e com uma comida que provocaria tumultos e apedrejamentos em qualquer bandejão do planeta. Classe econômica, turística, ou outro eufemismo para o que as equipes de bordo chamam de “galpão”, é um horror que Dante não pôde incluir em seu inferno (se já houvesse aviões naquele tempo, ele botaria algum desafeto nela), notadamente quando um grupo em excursão começa a tocar violões e pandeiros, geralmente, não sei bem por quê, cantando o “Trem das onze”. Para não falar no fato de que as poltronas, nome artístico aplicado a cadeiras claustrofobilizantes, não deixam espaço nem para um anão (“verticalmente prejudicado”, perdão; de vez em quando esqueço de ser politicamente correto, perdão, perdão) sentar. Imagino que alguns nórdicos altões já se submeteram a amputações voluntárias, no aeroporto mesmo, antes de embarcarem em certas classes econômicas.

E tem o problema da cara errada. Minha cara é sempre errada. Os únicos lugares em que eu não tenho, acho eu, a cara errada são Itaparica, Aracaju, uns dois bairros ou favelas de São Paulo e aqui o Leblon mesmo. Nos Estados Unidos, tenho cara de cucaracha. Na Alemanha, tenho cara de turco. Na França, tenho cara de árabe. Em Milão, tenho cara de calabrês. Em Buenos Aires, tenho cara de brasileiro. E, no meu passaporte, tenho cara de contrabandista de maconha paraguaio. Acresça-se a isto o fato de que, mesmo vestido com um terno caro, transformo-o imediatamente em andrajos, tal a minha elegância inata. Quem não passou pelo que eu já passei, por problemas de cara errada, não faz ideia do doloroso transe que isso constitui. E, pior ainda, consigo me dar bem em inglês, língua desconhecida em Miami e Manhattan, mas meu francês seria considerado de baixo nível numa escola para débeis mentais até os oito anos de idade (depois eu seria internado, francês não dá moleza para ninguém), ainda mais alguém com a minha cara.

Mas, assim mesmo, viajo. É sina, carma, já me conformei. Conheci Nova York, na época via Belém, Trinidad e Porto Rico, antes de conhecer Rio e São Paulo. Estou aqui em Paris, caros amigos. Vou dar uma rezadinha na Notre Dame, vou passear no Quartier Latin e vou até entrar, pela terceira vez, na fila do Museu do Louvre. Isso se conseguir sobreviver ao trauma de carregar o laptop, que fica dez quilos mais pesado a cada quilômetro - estimativa modesta para o que nos obrigam a caminhar por minuto em aeroportos, inclusive o Tom Jobim. Sim, e desta vez a Alfândega não me pegou, o que, aliás, não me surpreendeu muito, porque a Alfândega só costuma me pegar feio em Portugal, de cujos aeroportos já quis até dar uma escapulidazinha para ver se conseguia comprar um baseado e assim fazer a felicidade do fiscal que não acreditava em minha condição de escritor e, com a cara muito sabida (foi no Porto, não em Lisboa, manda a honestidade que eu faça a ressalva), contestou-a, dizendo que na minha mala não havia livros.

- Mas eu não sou livreiro - disse eu. - Sou somente escritor.

- Pois sim - respondeu ele, enquanto apalpava, com cara de quem gostaria de usar uma gilete, o único paletó em minha mala, e até hoje deve estar convicto de que foi vítima de alguma astúcia brasileira desconhecida. Enfim, eis-me em Paris. Prometo que, na minha rezadinha em Notre Dame, dou carona a todos vós. Mal não há de trazer-vos.

25 de janeiro de 2013

São Paulo de A a Z


Avenida Paulista – são apenas 2 km ligando os bairros Vila Mariana e Pacaembu, mas esta é a mais paulista das avenidas, palco de festas e reivindicações, é a identidade da grande metrópole. 

MASP na Avenida Paulista - São Paulo - SP

Banespao prédio símbolo da cidade possui no alto de seus 36 andares, além da bandeira do Estado, um mirante de onde é possível ver todo o centro da cidade: Catedral da Sé, Mercado Municipal, Rua 25 de Março... É preciso pegar 2 elevadores e mais alguns lances de escada, mas a vista é deslumbrante.
Vista desde o mirante do prédio do Banespa - São Paulo -SP


Cultura - são 160 teatros, 260 salas de cinema, 90 museus, além das bienais, mostras, exposições que levam milhares de turistas a São Paulo todos os anos.

Dinheiro – com quase 2000 agências bancárias e 34 mil indústrias, não há como questionar o título de Centro Econômico do País.

Estação da Luz - Obra dos ingleses, restaurada e hoje abrigando o Museu da Língua Portuguesa, onde as origens de nossa língua materna são mostradas a partir de recursos tecnológicos surpreendentes. Aproveite e visite a Pinacoteca do Estado que fica ali bem pertinho.  

Feiras – 900 feiras livres semanais. Frutas, legumes, verduras, o tradicional pastel, além das feiras típicas, de antiguidades e aquelas na madrugada, como a Feirinha do Brás, onde as sacoleiras do Estado todo fazem a festa. 

Gastronomia - é a 2ª maior cidade em número de restaurantes do mundo: são 12,5 mil restaurantes, 52 tipos de cozinhas, 500 churrascarias, 250 restaurantes japoneses, 15 mil bares. 

Hotéis - As principais redes hoteleiras nacionais e internacionais encontram-se na cidade. São Paulo tem 410 hotéis e 42 mil apartamentos disponíveis.

Ibirapuera- onde a cidade respira ar puro. Passeie de bicicleta, caminhe, veja exposições nos museus abrigados em seus limites, visite o Pavilhão Japonês... é diferentemente de tudo o mais na cidade, não tenha pressa.

Janeiroo aniversário da cidade (25/01) é comemorado com atividades especiais e shows. Também acontece em janeiro a primeira edição anual da São Paulo Fashion Week, o maior evento de moda do país. 

Km de trânsito que o paulistano enfrenta com total naturalidade e o turista não entende como alguém consegue conviver com tal transtorno diariamente.

Largo São Francisco – ali encontram-se 2 igrejas cheias de estilo: São Francisco de Assis (barroca) e Seraphino Pai São Francisco (Rococó); além da Faculdade de Direito da USP. 

Mercado Municipal– o famoso pão com mortadela e o pastel de bacalhau tentam ser imitados em vários cantinhos do Estado, mas nenhum terá o mesmo sabor tradicional. As frutas mais exóticas e raras você encontra por ali. A mistura de aromas cria um clima único nesse espaço.
Mercado Municipal de São Paulo - SP Mercadão


Noite a cidade que não para, são 24 horas de intensa atividade. Em SP a noite não é reservada apenas às baladas, até as faculdades possuem turnos especiais em seus cursos: das 23h até 1h45, das 2h30 às 5h25 e das 5h45 até 8h30.

Orgulho Gay - a maior Parada do Orgulho GLBT do mundo é a de São Paulo, com 3 milhões de participantes, recebendo mais de 400 mil turistas. 

Pacaembu e o Museu do Futebol – aqui o visitante é recebido por Pelé e pode assistir às embaixadinhas de Ronaldinho Gaúcho. Toda a história do futebol brasileiro está ali apresentada com a mais alta tecnologia.


Estádio do Pacaembu e Museu do Futebol - São Paulo - SP

Quatrocentos e cinquenta e oito anos em quase meio século, a partir de um colégio se formou uma das maiores metrópoles do mundo. São Paulo une o que há de mais tradicional e mais moderno num único espaço que de tanto ultrapassar limites, estende suas fronteiras dia a dia.

Rua 25 de Março - recebe 400 mil pessoas por dia, número que salta para 1 milhão nos dias que antecedem o Natal. Existem outras 59 ruas de comércio especializadas em São Paulo. 

Souvenirs – ‘absolutamente tudo’ pode ser encontrado em São Paulo. São tantas opções que não há nada específico para levar como recordação. Quem sabe uma fruta exótica do Mercado Municipal ou a camisa oficial do time do coração comprada no próprio estádio?

TurisMetrô – aos sábados e domingos (9h e 14h) há passeios guiados que percorrem passeios definidos utilizando apenas um bilhete de metrô. Para participar vá até a Estação Sé com 30min de antecedência. 

Um milhão de pizzas por dia, feitas nas 5000 pizzarias da cidade. E a pizza de São Paulo é diferente de qualquer outra, só experimentando para entender.

Virada Culturalsão 24 horas de programação cultural gratuita e ininterrupta, numa festa de rua no centro velho da cidade. Acontece desde 2005, sempre nos meses de abril ou maio.

Www.fiquemaisumdia.com.br – o projeto turístico visa mostrar que São Paulo não é apenas um ótimo lugar para fechar negócios. O guia, que se encontra nas versões on-line e impressa, tem várias sugestões tanto de roteiros temáticos como de atrações bairro a bairro.

Xingar faz parte do vocabulário corriqueiro do paulistano. Nem sempre tais ‘palavrões’ são necessariamente para ofender, mas podem causar estranhamento.

Yakissoba e outras delícias orientais, além de arte, artesanato e cultura se encontram no Bairro da Liberdade, na tradicional Feirinha da Liberdade. Na maior comunidade japonesa fora do Japão, é muito comum ouvir pelas ruas o idioma do país do sol nascente. Dá para se sentir estrangeiro estando em seu próprio país.
Lanternas japonesas nas ruas do bairro jardim Liberdade - São Paulo - SP

Zoológicoé o maior do Brasil e agrada a crianças de 8 a 80 anos. São aproximadamente 200 espécies de aves, 100 de mamíferos, 98 de répteis, além dos anfíbios e invertebrados. São encontrados exemplares de espécies bastante raras, como: rinoceronte - branco, arara-spix, arara-de-lear, micos-leão e outros. 


Animais do zoológico de São Paulo - SP

Tudo que há no blog sobre São Paulo, clique aqui.




24 de janeiro de 2013

Pacote para Disney Mig Travel / West Central

        
    Normalmente não viajo por pacotes com toda a programação fechada, mas tive minhas razões para contratar esses serviços na viagem para Orlando como já expliquei aqui.
  Comprei nossos pacotes na agência de minha cidade, a ConexTravel, que por sua vez trabalha com a operadora MIG Travel que recentemente se uniu em parceria com a West Central e é representada em Ribeirão Preto pela Confiança Turismo. Como o grupo era formado por 26 pessoas de Franca-SP, os guias eram de uma agência local, a Miles Viagens, que monta as turmas de viagem para a Disney com os alunos de uma escola de idiomas a CCBEU. Enfim, tanta 'terceirização' fez com que eu ficasse meio 'bastarda' em um grupo onde éramos estranhos no ninho, o que incomodou um pouco em algumas situações.
propaganda grupo Disney da Mig Travel
Viajamos em janeiro/2013 - de 09/01 a 24/01.



Vou fazer uma análise sobre os serviços oferecidos e prestados:

- Passagens aéreas Guarulhos/New York; New York/Orlando; Orlando/Guarulhos. 
Pela American Airlaines, com uma conexão na volta em Miami para gastar os últimos dólares no Free Shop. Traslados de chegada e saída. No último dia saímos do hotel ao meio dia (término da diária) e ficamos no aeroporto até às 19h para pegar o voo para Miami. No total foram 19 horas em trânsito da saída do hotel até o aeroporto de Guarulhos.

- Acompanhamento de guias desde o Brasil.
3 guias para um grupo de 27 pessoas, muito bom.

- Hospedagem em NY no hotel Sheraton Times Square (3 noites). Sem café da manhã.
Localização excelente, serviço de arrumação nem tanto, mas com o pouco tempo para aproveitar tudo, isso foi um detalhe insignificante. Os guias fizeram até o check-in para nós.

- City Tour em NY com guia falando em Português.
Feito no dia da chegada, às 7h, depois de 9h e 20min de voo, para preencher o tempo até o horário de início da diária no hotel. Conseguiram um early check-in e demos entrada no hotel ao meio-dia.

- Um dia de esqui no resort Camelback (Pensilvania), com traslado, ingressos, aulas e equipamentos.
Não inclui a roupa e pegou muita gente desavisada que foi obrigada a comprar uma ou simplesmente não foi ao passeio. No mais, o lugar é muito bem organizado e muita gente estava vendo a neve pela primeira vez. Emocionante.

- 10 noites de hospedagem no Disney All Star Resorts.
All Star Movie, em um bloco em frente à piscina e à lavanderia e bem próximo da recepção. Com frigobar e internet grátis. Perfeito, nem passamos pela recepção, descemos do ônibus e fomos direto para o quarto esperar as malas.

- Ingresso e traslado para 8 parques: Magic Kingdom, Animal Kingdom, Epcot Center, Hollywood Studios, Universal, Island of Adventure, Sea World e Bush Gardens.
Serviço quase perfeito, inclusive com os guias indo buscar os Fast Pass dos parques da Disney para nós. O 'porém' para mim era ter que ficar a maior parte do tempo junto ao grupo, às vezes indo a atrações que não me interessavam, porque os horários de saída do parque mudavam e não era marcado logo na chegada um local para nos reunirmos apenas na hora de ir embora.

- USD 8,00 por dia para o café da manhã no hotel em Cartão Disney Dollar.
Tudo OK.

- Caneca Mug para bebidas ilimitadas na praça de alimentação do hotel.
OK.

- Almoço e ingresso para jogo da NBA.
O almoço foi no restaurante da NBA, na City Walk, e o jogo no Amway Center, à noite. Muito bom, nos EUA um jogo de basquete é uma festa e não uma mera partida esportiva. Adorei!

- Jantar no Planet Hollywood, em Downtown Disney.

OK.

- Tour de compras: Prime Outlet, Florida Mall, Walmart, Best Buy.
A visita ao Walmart aconteceu faltando apenas 4 dias para o final da viagem, o que impossibilitou à maioria do grupo abastecer o frigobar do hotel. Alguns conseguiram o privilégio de visitar o Walmart duas ou três vezes. Eu considero essa diferença de tratamento entre os passageiros um grande problema do pacote.

- Seguro viagem com assistência médica e hospitalar (GTA)
Quando faço é sempre GTA, mas prefiro continuar não usando.

- Equipe de coordenação, van de apoio e escritório MIG dentro do hotel All Star Resort.
A tal Van de apoio é o 'calcanhar de Aquiles' do pacote. A mim foi dito que ela serviria para 'emergências' e foram consideradas como tal (para os passageiros de Franca): comprar uma escova de cabelo depois de 4 dias de viagem (no Walmart, claro), comprar um carrinho para o bebê que ainda não nasceu (aproveitando para dar uma passadinha no Walmart), sair do parque mais cedo para dormir, entre outros. Eu solicitei o uso da Van, e me foi negado, por 2 vezes. Disse que queria ir ao Walmart e o guia me respondeu para olhar no roteiro qual dia estava programado; no penúltimo dia meu marido estava muito resfriado e pedi para irmos embora mais cedo do parque, a resposta foi que havia lugar para apenas 3, pois outra família também queria ir embora, então deveríamos decidir qual de nós ficaria no parque. Impossível fazer isso, ficamos os 4. Enfim, a Van de apoio servia para qualquer serviço desde que solicitado por um dos passageiros de Franca.

- Kit de viagem: bolsa, pochete, 3 camisetas, 1 moleton, porta voucher, capa de chuva, boné, crachá.

Tudo isso é dispensável, mas era gritante a diferença na qualidade do material (moletom, pochete, mochila) do pessoal de Franca e da minha família. O que era realmente necessário era o crachá que continha atrás os endereços de hospedagem e telefones dos guias. Os nossos estavam em branco.

Desvantagens?
Não estou acostumada a viajar amarrada em um roteiro feito por outras pessoas, estranhei muito. A programação foi bem puxada: saíamos do hotel às 8h e voltávamos às 23h. Haja fôlego!

Viajaria por pacote de novo?
Sim, mas com um grupo que tivesse guias da minha cidade, da agência onde comprei o pacote. Se a agência Miles Viagens (Franca) estava fazendo um favor a alguém era à operadora (MIG/West) e não a mim como faziam parecer. À minha família estavam prestando um 'serviço' pelo qual pagamos como qualquer outro passageiro do grupo.

Valeu a pena?
Valeu. Houve mais vantagens que desvantagens. O grupo era bom com famílias e adolescentes desacompanhados dos pais, que não têm responsabilidade alguma sobre os serviços oferecidos. O tempo foi muito bem aproveitado, viajando por conta própria eu jamais faria toda essa programação e cada item valeu o cansaço depois de 15 dias. Precisei de férias para descansar das férias.
tag De Turista a Viajante na Disney

8 de janeiro de 2013

Check list para New York e Orlando

Check-lista da viagem para New York e Orlando

            Antes de sair do Brasil, já sei que meus 3 dias em Nova Iorque, antes de seguir para os parques de Orlando, serão muito, muito pouco. Portanto, antes da primeira viagem a NYC já sei que vou querer fazer a 2ª, a 3ª... 

Vamos ao check list:

* Estudar, estudar, estudar...
- Conhecer bem o roteiro possibilita aproveitar melhor o tempo e planejar a logística dos passeios
   - New York City

- No portal da Disney é possível conhecer através do mapa interativo do parque a localização e descrição de todas as atrações e customizar seu mapa de acordo com suas atrações preferidas. O mapa customizado pode ser impresso, enviado pelo correio ou ambos. Clique aqui.

* Supermercados
- Se vai ficar vários dias, é bom conhecer os endereços de supermercados próximos de onde ficará hospedado. Peguei esse hábito por conta de viajar com as crianças pequenas, hoje já são maiores, mas a dica continua útil, saudável e econômica. No site Mãos de Vaca, tem a indicação de todas as redes e suas lojas espalhadas por New York. Veja aqui.
- Em Orlando, localize onde estão as lojas do Walmart que ficam abertas 24 horas:
Wal Mart
3250 Vineland Rd
2500 S Kirkman Rd

1700 S Org Blsm trail
8990 Turkey Lake Rd
1471 E Osceola Pkwy
10500 W Colonial Dr
8101 S John Young Pkwy

* Clima
- As estações do ano são bem definidas em NY, então, se escolheu viajar no inverno, prepare as malas para muito frio. Já em Orlando o inverno (janeiro) significa temperaturas bem mais agradáveis que julho, quando o calor é muito incômodo.
- Previsão do tempo para New York
- Previsão do tempo para Orlando

* Malas (não esqueça):
- Se a previsão do tempo indica possibilidade de chuva e você já tem as capas, não esqueça de colocá-las na mala.
- Adaptador de tomadas -  se possível mais de um, pois toda noite você vai querer carregar o tablet, a câmera, o celular... Nos EUA as tomadas têm 2 pinos chatos.
- Roupa de banho -  sempre pode surgir uma piscina aquecida.
- Uma bolsa vazia dentro de uma das malas, na volta pode ser que nem tudo caiba.
- Nesse clima instável (neve em NY, sol em Orlando) a mala tem que ter roupas para todas as ocasiões. Haja espaço!! Dou preferência para as roupas de inverno, é melhor comprar algumas de verão lá, pois serão melhor aproveitadas depois. 

* Transportes em New York
- Como o hotel é próximo à Times Square (Sheraton New York) acredito que não vá precisar muito de transporte, pois com tempo curto o que me parece mais lógico é começar a conhecer a cidade por onde estiver mais perto. De qualquer forma melhor conhecer as opções:
- InformaçõesMapa do Metrô - não pretendo usar, porque com tão poucos dias na cidade, se usar essa opção literalmente não 'verei' nada.
- Ônibus Turísticos - São várias as empresas que fazem os tours nos ônibus de 2 andares, mas com tantos pontos para conhecer nos arredores da Times Square, eles ficarão para a próxima viagem. Além disso meu pacote já inclui um City Tour. Algumas empresas: Big Táxi Tours, Gray Line, City Sights NY, On Location Tours (empresa especializada em tours em locações de filmes e séries americanas).
- Taxi - melhor se preparar para os preços. Essa ferramenta calcula o valor em vários pontos do mundo: World Taximeter. Mais uma calculadora de tarifas de táxi: Taxi Fare Finder.
- Em Orlando alugue um carro ou use táxi Mears Transportation Group (telefone: 407-699-9999 e 407-422-2222)

* Compras
- Desbloquear o cartão de crédito internacional. A administradora pode pensar que os gastos em locais não habituais ocorreram por clonagem do cartão e bloqueá-lo. Por isso é importante avisar para onde está viajando e por qual período.
- Em alguns shoppings e grandes lojas de departamentos há descontos para turistas apresentando o passaporte. No site Visit Orlando, há um cupom de descontos para imprimir: Orlando's Discount Card. No mesmo site há um guia impresso que pode ser solicitado em Português e enviado para sua casa gratuitamente: Vacation Planning Kit.
- Entre nos sites das lojas que você já sabe que visitará e procure por cupons de desconto.
- Sites com cupons de descontos: Coupon Deals Daily,
- Registre-se no site do Premium Outlets (Orlando) para ter acesso a cupons e descontos.
- Se os eletrônicos que sairão com você do Brasil (câmera, celular, tablet, et) forem novos, convém levar as notas fiscais para que a alfândega não entenda como produto comprado no exterior e inclua em sua cota.

* Passeios e Shows em New York
- Visitar o memorial em homenagem às vítimas de 11 de setembro (9/11 Memorial) é grátis, mas necessita da agendamento pelo site. Agende o Free Visitor Pass, imprima e leve com você.
- No Museu de Cera Madame Tussauds a entrada custa R$38,00, mas há cupons de 20% de desconto aqui. Esse site tem outros cupons de desconto. Explore.
- Organize-se para economizar nos museus: O MoMa tem entrada gratuita às 6ª feiras das 16h às 20h. O Museu de História Natural e o The Metropolitan Museum of Art têm preços 'sugeridos', mas pode-se pagar o quanto quiser pelo ingresso simples (sem acesso às exposições temporárias).
- Sites de cupons de descontos para shows:
   - Theater Mania
   - Bradway Box (aqui tem o desconto para Madame Tussauds).
   - Gold Star
   - Retail Me Not
   - Destination Cupons
   - City Guide NY
   - Living Social
                                                             
* Para entrar no clima da Big Apple com as câmeras ao vivo na cidade:
- Times Square (47th & Broadway)
- Times Square North
- Times Square South
- Ponte do Brooklin

- Passeio pela 5th Avenue no Google Street View, partindo da frente da loja da Apple em direção ao Central Park.

Exibir mapa ampliado

Conferir documentos
- Passaporte;
- Carteira de Identidade;
- Autorizações de Viagem;
- Contratos;
- Xerox dos documentos para não ficar sem lenço e sem documento pelas ruas, sendo que por segurança os originais devem ficar no hotel bem trancados.
- Como cuidado nunca é demais, deixo RG, 1ªpag. passaporte e visto de todos digitalizados no meu e-mail.        

* Boa viagem!
logo mala

 

Compre seus ingressos com desconto aqui.

6 de janeiro de 2013

Hospedagem em Guarulhos (próx. aeroporto)

Pátio externo do aeroporto de Guarulhos - SP


         Para esperar algumas horas entre um voo e outro, o ideal seria que existissem por perto do Aeroporto Internacional de Guarulhos hotéis com quartos quádruplos, para acomodar uma família, por exemplo. Ou melhor, hotéis com meia-diária. Mas na falta dessas opções, vamos ao que temos:

- Hotel Ibis Guarulhos - (11) 2159-5950 / (11) 2159-5951
Há estacionamento (pago) e transfer hotel/aeroporto/hotel, assim como na maioria dos hotéis de Guarulhos. É sempre o mais barato, mas para quem quer "passar pelo hotel para sair em férias" e não para quem quer "passar as férias no hotel". Não há nenhum luxo e apenas quartos duplos. 
Em nossa última viagem (janeiro/2013) nos hospedamos no Ibis novamente e aqui vão algumas dicas para economizar ainda mais:
- Reserve pela internet custa R$10,00 mais barato. (R$139,00/R$149,00);
- Não há restaurante para almoço e o restaurante do Mercure, ao lado, é bem caro. Contorne o quarteirão sem mudar de calçada e sairá em um posto de gasolina que tem Subway. Perguntamos aos frentistas onde  havia um restaurante e eles indicaram 2 bem próximos. Comemos no Baden Beer onde há pratos prontos (estilo Giraffas) a partir de R$10,90. Em quatro pessoas, com refrigerante, comemos muito bem por R$67,00.
- Para ir do aeroporto ao hotel há um micro-ônibus gratuito a cada hora inteira. Do hotel ao aeroporto cobram R$5,00. Agende na recepção.
- Há jantar no restaurante do hotel e também uma pizzaria indicada por eles que faz a entrega e o hotel empresta pratos e talheres para comer no quarto.

- Hotel Matiz - (11) 3411-7000/ (11) 3411-7006

- Hotel Mercure - (11) 2475-9988
Fica ao lado do Ibis (são da mesma rede - Accor). Um pouco mais caro, mas tem quartos triplos, que podem ser vantajosos em alguns casos. O restaurante cobra por pessoa, para quem come pouco fica bem caro.

- Hotel Panamby - (11) 2714-7300 (no site há atendimento on-line e opção para ligarem para sua casa)
Há opção de Day Use válida com horário fixo - das 8h às 18h.

- Hotel Bristol - (11) 4083-8000
Há opção de Day Use válida por 8 horas livres, entre as 8h e as 22h,  mais caro que a diária inteira do Ibis.

- Hotel Marriot - (11) 2468-6999 / (11) 3522-3135
É bem próximo do aeroporto, mas fica na rodovia, no meio do nada. A única opção de alimentação é o próprio hotel.

- Hotel Caesar Park - 0800-762-1295

- Hotel Comfort Guarulhos - (11) 2197-7700 / (11) 2197-7701

- Hotel Fast Sleep - (11) 2445-2356
Fica dentro do aeroporto de Guarulhos, mas só compensa se for para descansar por uma ou duas horas. Mais que isso vai custar o preço de uma diária em outro hotel. Por exemplo, o pacote de 5h a 8h de uso pela cabine dupla sai por R$177,45. A diária do Ibis na mesma data era de R$139,00 e o Day Use do Bristol, também para o máximo de 8h, custava R$149,00.

Para chegar até ao aeroporto

           Para quem mora longe de um, essa costuma ser mais uma viagem. Já falei sobre as opções que experimentei aqui e aqui

- Saindo de Ribeirão Preto, por exemplo, a opção mais barata (para 4 pessoas) é ir em carro próprio; se vai ser  mais conveniente é outra história, depende do trânsito de São Paulo. Calcule também o valor de estacionamento nas dias em que estiver viajando.

- Outra opção é ir de ônibus, o que em família vai encarecer. Ao Terminal Rodoviário do Tietê chegam ônibus do país todo, de lá sai a linha Airport Service que leva até ao Aeroporto Internacional de Guarulhos por R$36,45. De Ribeirão Preto a São Paulo-Tietê são R$66,10.

- Os serviços de carros executivos ou de Vans cobram R$700,00 de Ribeirão Preto ao aeroporto de Guarulhos (+ R$700,00 da volta). As Vans levam até 15 pessoas, mas é da responsabilidade de quem contrata encontrar com quem dividir esse valor. Alguns contatos: Executive Transportes (16)3877-9665; Ultravan 0800-2151010; João (16) 9104-9026.

- Em várias situações, ir de avião compensa. Os trechos Ribeirão Preto/Guarulhos/Ribeirão Preto custariam R$1400,00 de Van (à vista). Pela TAM, compramos os trechos de ida e volta, para 4 pessoas, por R$1196,00, já com taxas e dividido em 6 vezes no cartão de crédito. 

Escolha as melhores opções para a pré e pós-viagem e boas férias!



4 de janeiro de 2013

Disney por pacote turístico

Mickey estilizado
             Começar a planejar a primeira viagem para Orlando inclui providenciar passaporte, visto americano e decidir vários detalhes como: qual mês, quantos dias, quais parques visitar, hospedagem nos hotéis do complexo ou fora dele, por conta própria ou por pacote turístico. Eu demorei 10 meses nesse planejamento, o 1º post do tema foi em 10/03/2012. 
      Não sei se acontece com todo mundo, mas quanto mais orientações eu buscava mais confusa ficava, tanto lendo blogs e sites especializados, quanto através de amigos que já visitaram o destino. As opiniões se dividiam entre "Pra que agência? Lá se fala Português em todo canto. Você vai se virar bem com o seu inglês." ou "Se é sua primeira vez, vá com o apoio de uma agência. Da próxima vez você já saberá como se virar sozinha." O que concluo disso é que não existe uma fórmula única que se aplique a todas as situações, tudo é muito relativo e dependente do que cada um procura e entende como 'viajar bem'. Então, de acordo com as preferências de minha família, nossas escolhas foram as que estão abaixo: 

Mickey estilizado
* Em uma viagem de 15 dias com estudantes, os meses de férias são os mais apropriados. Optamos por janeiro porque os parques são menos lotados que julho, o clima é bem mais agradável (julho é muito quente). Não se aproveita os parques aquáticos em janeiro, mas há a opção de 'casar' a viagem com Nova Iorque em pleno inverno. A escolha foi simples: água ou neve. Neve!!

Mickey estilizado
* Por que optamos pelo pacote:
- Planejar cada detalhe de uma viagem dessas exige 'tempo', item que de forma alguma tive sobrando nos últimos meses, fazendo uma especialização na USP e com data para entregar TCC. Todas as nossas viagens sou eu quem pesquiso e planejo tudo. Sem tempo disponível para isso, o pacote foi a melhor opção.
- Segundo a maioria das opiniões, alugar carro em Orlando é imprescindível para quem viaja sem agência e não conta com os transfers do pacote contratado e/ou dos resorts Disney. Eu dirijo por necessidade, não tenho prazer nenhum na atividade e nem em ser o co-piloto atento aos endereços, mapas, GPS...    definitivamente isso para mim não é divertido.

Mickey estilizado
* Pesquisei alguns pacotes e escolhemos o da Mig Travel, que em minha cidade é representada pela agência Conextravel. O que oferece:
- Passagens aéreas Guarulhos/New York; New York/Orlando; Orlando/Guarulhos. Pela American Airlaines, com uma conexão na volta em Miami para gastar os últimos dólares no Free Shop. Traslados de chegada e saída.
- Acompanhamento de guias desde o Brasil.
- Hospedagem em NY no hotel Sheraton Times Square (3 noites). Sem café da manhã.
- City Tour em NY com guia falando em Português.
- Um dia de esqui no resort Camelback (Pensilvania), com traslado,  ingressos, aulas e equipamentos.
- 10 noites de hospedagem no Disney All Star Resorts.
- Ingresso e traslado para 8 parques: Magic Kingdom, Animal Kingdom, Epcot Center, Hollywood Studios,  Universal, Island of Adventure, Sea World e Bush Gardens.
- USD 8,00 por dia para o café da manhã no hotel em Cartão Disney Dollar.
- Caneca Mug para bebidas ilimitadas na praça de alimentação do hotel.
- Almoço e ingresso para jogo da NBA.
- Jantar no Planet Hollywood, em Downtown Disney.
- Tour de compras: Prime Outlet, Florida Mall, Walmart, Best Buy.
- Seguro viagem com assistência médica e hospitalar (GTA)
- Equipe de coordenação, van de apoio e escritório MIG dentro do hotel All Star Resort.
- Kit de viagem: bolsa, pochete, 3 camisetas, 1 moleton, porta voucher, capa de chuva, boné.

Mickey estilizado
* Como não tive tempo para pesquisas não tenho parâmetros para saber se o pacote ficou muito mais caro que comprar as passagens aéreas, reservar hotel, alugar carro e GPS, comprar os ingressos, etc. Para 4 pessoas gastamos R$39.000 (no valor do dólar na data de fechamento). Nós embarcamos por pacote da MIG TRAVEL e na volta fizemos nossa avaliação. Leia aqui.

Mickey estilizado
* Esse é o presente de 15 anos de minhas gêmeas a um valor mais baixo que as 'megas hiper festas' de debutantes, então, para mim, o custo-benefício foi ótimo! Curiosidade: O outdoor da Conextravel anunciando a formação de novos grupos de viagem para a Disney pergunta "O que você prefere: quatro horas de festa ou 15 dias na Disney?". Minhas filhas foram convencidas "para nooossaaa alegria!!"
Tag De Turista a Viajante na Disney






Leia também a avaliação dos serviços oferecidos no pacote.