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30 de outubro de 2013

Omelete de forno


Receita Omelete de forno

Ingredientes

5 ovos

1 lata de seleta de legumes
1 lata de atum
1 xícara (chá) de cheiro verde
1 xícara (chá) de queijo ralado grosso ou picado
1 colher de farinha de trigo
1/2 xícara de leite
1 colher de fermento em pó
sal a gosto

Obs: substitua ou acrescente as opções do recheio como preferir: cebola, tomate, azeitonas, sardinha, ervilha, palmito, etc. Sugestão: mantenha o queijo e o cheiro-verde.

Modo de fazer


          Bata os ovos ligeiramente e acrescente os demais ingredientes, deixando o fermento por último. Unte uma forma refratária com margarina e farinha de trigo, despeje a mistura e leve ao forno médio de 30 a 40 minutos.
Bom apetite!
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Mimos: O caderno de receitas com o cupcake em E.V.A. foi presente de uma amiga e a toalhinha é resultado de quando faço arte com patchcolagem.

23 de outubro de 2013

Cemitério virtual - Humberto Werneck

           Comemorei 3 anos do blog e isso me fez pensar no poder de imortalidade que esse espaço virtual concede a seus autores, mais ou menos como descreveu Humberto Werneck sobre o Facebook em crônica publicada no jornal O Estado de São Paulo e citada por Eugênio Bucci na Revista Época. Leia e reflita:


Cemitério Virtual

Lápide de inernauta

     Você pode cutucar um defunto. Não recomendo, mas pode. Pode também curtir, e até compartilhar. Também não recomendo. Você só não pode é adicionar – seu pedido de amizade, é óbvio, cairia em ouvidos para sempre moucos. Melhor deixar quieto.
      Que conversa é esta? Estou apenas divagando a partir de um artigo que li faz uns dias, a respeito de um problema (mais um) em que nunca havia pensado. Seguinte: a pessoa abre uma conta no Facebook, farta-se de acumular amigos, curtir, cutucar, comentar, compartilhar, toda aquela lambança social-virtual que nós conhecemos, até que um dia, desculpe tocar no assunto, estica as canelas. Na vida real, bem entendido. Porque na vida virtual, e este é aqui o centro da questão, ela continua viva. Você já tinha pensado nisso? O fato é que o Facebook vai aos poucos se coalhando de defuntos. Virou um cemitério virtual.
       É possível que você, depois de bater os olhos no título acima, tenha se mandado para leitura mais amena. Lamento. Mas não posso fazer nada. O assunto que tenho hoje é este, as almas penadas do Facebook. Tinha outro – ia escrever sobre a fauna do parque aonde vou malhar (em ferro frio), mas descartei o texto semi-escrito, pelo menos por ora, por desconfiar que você não ia acreditar se eu contasse o que vi lá no domingo passado: um grupo de rapazes fumando narguilé. Ficaria parecendo que botei o narguilé e os moços, nada árabes, por sinal, para enfeitar a crônica. Que nem meu amigo Fernando Mitre, que ao redigir uma notícia sobre um príncipe a passear pela Floresta Negra não resistiu à tentação de fazer pousar um pássaro igualmente negro nos ombros de Sua Alteza.

Equivalente eletrônico do formol

        Pode ser que eu esteja falando sozinho, mas vou em frente. A tal matéria de fato mexeu comigo. Me cutucou, curti, quero compartilhar. Acendeu em mim a suspeita de que talvez haja, sim, vida após a morte. Senão eternidade, pelo menos uma sobrevida indefinida. O sujeito que adere ao Facebook não sabe que nem a morte o tirará de lá.
      Duvida? Então repare: a rede está cheia de defuntos que, literalmente sem saída, ali permanecem, insepultos. Morreu, tá morrido? Não no Facebook. Fica lá, com aquela cara confiante de quem não ia morrer, fazendo planos para o churrasco a que não vai comparecer por motivo de falecimento. Periga ser mesmo a vida eterna. Não importa se a criatura foi ou não virtuosa; virtualmente, a sua sobrevida está assegurada. Imortalidade assim, nem na Academia de Letras.
       Parece haver no Facebook um equivalente eletrônico do formol. Ali você permanece em melhores condições do que a múmia do Lênin naquela câmara mortuária em Moscou. No caso do Lênin, pelo que li, pouco lhe resta hoje de original, tanto remendo sua carcaça vem recebendo, tanto quanto o comunismo, desde o falecimento, em 1924. No Facebook, estaria mais bem preservado.

“Relacionamento póstumo”

      Estou longe de ser um conhecedor da rede, mas até onde a minha cansada vista alcança as coisas se passam da seguinte maneira: caiu na rede, caído ficará. Pois só você pode sair do Facebook, você ou quem possua a sua senha. E quantos conhecem a senha do outro? Pois se nem da minha consigo me lembrar. Entrei, faz uns dois anos, porque estava lançando um livro (O Espalhador de passarinhos e Outras crônicas, à venda nas melhores livrarias) e queria divulgá-lo. Pensei assim: quem vê Face, vê book. Não é que funcionou? Só você não comprou ainda o seu exemplar. Agora suponha que eu, por fastio da literatura ou da espécie humana, queira cair fora. Como, se não tenho a senha? Talvez o pessoal do caderno de informática possa me orientar. Na falta disso, minha insignificante pessoa seguirá sendo, na rede, após o fatal batimento de botas, algo como a mais indelével das tatuagens.
      Se saída não houver, talvez eu tenha mesmo que me acostumar. Com algumas alterações, naturalmente, no meu perfil no Facebook. O item “em um relacionamento sério” (sou mais um relacionamento divertido) pode virar “em um relacionamento póstumo”. Vamos manter o cutucar, o compartilhar, o curtir. Mas que tal introduzirmos a opção “cremar”?

Texto publicado originalmente em


15 de outubro de 2013

Meu Fotolivro de New York

          Hoje é meu dia, Dia do Professor, e ganhei um presentinho para alegrar ainda mais meu feriado: chegou meu Fotolivro de New York, gentileza do FotoRegistro.

Álbum de fotos de viagem feita no site Foto Registro

         Eu adoro fotos, mas não há como negar que a câmera digital nos deixa mais preguiçosos, vemos as fotos no computador e nos esquecemos do prazer que é tê-las em mãos. Minha viagem para New York, por exemplo, foi em janeiro e só agora organizei as fotos no álbum que ficou lindo!
Álbum de fotos de viagem feita no site Foto Registro
     Este é o tamanho extra-grande do Fotolivro Plus, mede 30cm x 30cm. Como as páginas são grandes, em 20 páginas coloquei 100 fotos, além das duas imagens das capas.
       São muitas as opções de layout, fundos, detalhes, etc. Algumas são diferentes na montagem online ou offline, mas ambas oferecem vantagens. Para montar online é possível pegar as fotos direto dos álbuns do Facebook ou fazer o upload de outras. Montando offline, é preciso baixar o programa e utilizar todos os arquivos de fotos que estejam no computador, CD ou pendrive.

       A entrega foi rápida: terminei de montar o álbum no dia 08/10 e uma semana depois (15/10) a encomenda chegou. O legal é que ao terminar a montagem, o programa gera um arquivo PDF para que você confira a prévia da impressão. O meu está aí embaixo para verem como é.

   Explorem o site FotoRegistro para conhecerem as opções de presentes, álbuns e decoração, tudo lindo de viver! Adorei o presente.



9 de outubro de 2013

Tapete amarradinho

Tapete amarradinho - Tapete Medusa

         Essa aí na foto é a Belinha, a pintcher adotada recentemente pela minha mãe, mas o post é sobre o tapete que fiz para ela nas últimas férias. Apenas retalhos de malha, talagarça e paciência.

Tapete amarradinho - Tapete Medusa         Minha mãe contou que minha avó paterna fazia esse mesmo tapete de retalhinhos usando como base um saco de estopa desfiado para fazer os furinhos onde o tecido é passado. Felizmente hoje é bem mais simples, basta comprar a talagarça do tamanho que desejar.
Tapete amarradinho - Tapete Medusa
     Eu não fiz um passo-a-passo, mas é tão simples que as fotos de cada etapa são desnecessárias. Corte os retalhos de malha em tiras de 8cm x 2cm. Puxe cada tira pelas pontas esticando até formar o rolotê que será passado e amarrado na talagarça.
Tapete amarradinho - Tapete Medusa

       Para passar cada rolinho pelo furo da talagarça, use a ponta de uma tesoura ou um palito. Para mim o que funcionou melhor foi um palito de madeira envernizada daqueles de fazer penteados orientais. Comece das extremidades e termine no meio.

Tapete amarradinho - Tapete Medusa        
         Se eu que tenho duas mãos esquerdas consegui, é porque realmente é muito fácil. A Belinha adorou o dela, agora preciso fazer um para mim.
Tapete amarradinho - Tapete Medusa
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3 de outubro de 2013

Balneário Camboriú - SC: índice de postagens

Posts atualizados em setembro/2016, após nossa 5ª visita a Balneário Camboriú: 
2000, 2011, 2012, 2013, 2016
Balneário Camboriú vista desde a Praia do Canto


Todos os posts do blog, desde o mais antigo:

- Balneário Camboriú (em escala de cruzeiro)
- Palmas para crianças perdidas
- Balneário Camboriú com chuva
- Esticadinha até Florianópolis
- Praia de Laranjeiras
- Conclusões sobre Balneário Camboriú
- Hotel Geranium
- Balneário Camboriú - faça as contas
- Balneário Camboriú no inverno
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- Esticadinha até Blumenau e Brusque
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