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25 de novembro de 2013

Caponata de berinjela

Receita Caponata de Berinjela

Ingredientes
4 berinjelas (compridas e finas)
cortadas em cubos pequenos
1 pimentão verde
1 pimentão amarelo
1 pimentão vermelho
1 pacote de uva passas brancas
sem sementes
300 gr de azeitonas verdes picadas
1 cebola grande ralada
Vinagre
azeite
sal

Modo de fazer 
         Pique os pimentões bem miúdos, misture com a uva passa e a berinjela e tempere como salada, acrescentando o vinagre o azeite e o sal. Deixe um bom caldo. Esparrame a mistura em uma assadeira untada, tampe com papel alumínio e leve ao forno médio, mexendo a cada 10 minutos. Se o caldo secar, acrescente a mistura de vinagre e azeite.
     Depois de 30 minutos, retire e acrescente as azeitonas e a cebola. Mexa bem e volte ao forno por mais 10 minutos para a cebola murchar e a berinjela terminar o cozimento. Sirva frio com torradas.

Dicas
- Guarde na geladeira em recipiente tampado. Experimente e corrija o sabor com mais azeite ou vinagre, caso esteja muito ácido ou oleoso.
- O pimentão e a berinjela também podem ser cortados em tiras finas.


15 de novembro de 2013

Em defesa da rota turística

           Encontrei o texto navegando pela internet e como trata das diferenças entre turistas e viajantes (se é que existem) achei interessante. Perdoem qualquer equívoco na tradução que foi feita half by Google, half by Silmara.

Em defesa da "rota turística”

por JESS LEE · 15 de abril de 2013

Todos nós já nos encontramos com eles pelo caminho: os esnobes viajantes que insistem que ‘eles’ não são turistas e classificam os principais monumentos como ‘armadilhas para turistas’. Eles não seriam mortos seguindo o rebanho.
Em um albergue no Cairo, conheci uma garota que anunciou que estava na cidade há três meses e ainda tinha que ver as pirâmides. Seu tom sugeria que ela estava esperando para ser premiada com uma medalha para o viajante mais subversivo. Conversando naquela noite, eu lhe disse que iria cair fora de explorar mesquitas antigas do dia seguinte. "Você é uma turista", ela fungou.
Para os viajantes com essa mentalidade, a viagem gira em torno de ficar fora do caminho já conhecido. Mas será que propositadamente se afastar dos lugares mais famosos do país, só porque outras pessoas querem vê-los, faz deles viajantes melhores?
Topei com Paul em uma praia bastante conhecido em Goa. Pouco antes de sair de cabeça para as antigas ruínas do Império Vijayanagara de Hampi, ele passou uma manhã palestrando para mim sobre sua filosofia de viagem. Ele ainda tinha que visitar qualquer coisa rotulada de 'visionária', porque estava aqui para descobrir o 'real' da Índia. É por isso que ele estava viajando sem um guia. Quando eu salientei que - com guia ou não - ele acabaria chegando a uma praia muito popular entre os mochileiros, tornou-se um pouco irritado.
Eu costumava ter problemas com turistas que parecem assinalar mentalmente os locais onde chegam, aqueles que viajam só para dizer que estiveram em algum lugar. Atualmente, porém, eu tenho a mesma probabilidade de deixar irritadas as pessoas do outro lado do espectro - as pessoas como Paul e a garota que eu conheci no Cairo, que pensam que viajar é um jogo de superioridade em que apenas o diferente, loucos ou extremo contam pontos. Desde quando se tornou coisa do passado "ver as paisagens"?

O que há de tão errado em querer ver o Taj Mahal?

Taj Mahal

O escola de viagens adepta da exclusão do guia ensina que sem ele pode-se ter aventuras maravilhosas e algumas das melhores lembranças de sua viagem. Eu tive experiências incríveis me hospedando em pequenas aldeias que são difíceis o suficiente para identificar em um mapa normal, e muito menos serem apresentadas em um guia. Andei através de ruínas assombradas, amarrando a minha rede nas praias vazias, que veem apenas um punhado de visitantes a cada ano. O problema é que de seguidores desta escola parece ter emergido uma nova atitude que considera qualquer visão maior, ou ponto de referência visitado por muitas pessoas  como maçante e inautêntico.
Imagine ir a Paris e não subir a Torre Eiffel, ou escolher visitar Agra sem incluir ver um nascer do sol no Taj Mahal onde ele lentamente sob a névoa no início da manhã . E como é uma visita a Bangkok completa sem a sobrecarga de ouro no complexo Grand Palace? Estes pontos turísticos e monumentos populares são uma parte das trilhas turísticas de suas nações, mas isso não os torna menos dignos. A sua própria popularidade com os visitantes repousa sobre a identidade cultural e histórica única que possuem. Na maioria dos casos, os ônibus cheios de turistas estão lá por um bom motivo.
O conceito de ficar fora do caminho batido não se refere apenas a alcançar os lugares mais selvagens e remotos possíveis. Deve envolver tomar o tempo e esforço para cavar mais fundo em seu destino. Você pode fazer isso facilmente, mesmo em atrações turísticas muito lotadas, como Angkor Wat, optando por ficar mais alguns dias e explorar os templos menos visitados. Optando por mudanças simples como dizer sim a essa oferta de sentar para uma xícara de chá com um vendedor do mercado e deixar a câmera longe do seu rosto por alguns minutos para saborear o momento (em vez de pensar em sua próxima oportunidade de foto) tudo acrescenta camadas mais ricas à sua experiência.

Por que ficar fora do caminho batido é um equívoco em si

A menos que você esteja pensando em atravessar o Darien Gap ou deserto da Arábia Saudita (e sim, esses lugares têm sido visitado por alguém), você provavelmente vai esbarrar em outros viajantes. Esses locais tornaram-se populares porque são interessantes, historicamente ou culturalmente importantes, ou simplesmente lindos, por isso não é nenhuma surpresa encontrar-se entre outros visitantes.

Lembra-se de Paul em Goa, que era demasiadamente esnobe para visitar Hampi porque foi invadida por turistas? Encontrei com ele novamente em Kerala. Ele estava gabando-se de sua visita ao antigo local de peregrinação Jain de Sravanabelagola, o que considerou 'real da Índia’. Ele ficou cabisbaixo quando eu disse que também tinha estado lá e, como ele, subi os degraus com os pés descalços até a estátua do santo Jain Gommateshwara.


Jess Lee especializou-se em escrever sobre o Oriente Médio, Norte da África e Turquia. Foi co-autora de guias de viagem Lonely Planet para o Egito, Turquia e Israel. Siga as aventuras de Jess em @jessofarabia .

4 de novembro de 2013

Comida de Avião

Comida de avião

       Comida de avião sempre rendeu boas piadas para humoristas de plantão, tanto que algumas delas foram reunidas em um episódio do extinto programa Junto e Misturado. Brincadeiras à parte, os saudosistas dizem que um dia a comida servida nos voos foi boa, devem estar se referindo à uma época em que pouquíssimos passageiros utilizavam esse meio de transporte, que hoje se populariza cada vez mais.
          Quando a Gol entrou no mercado anunciando que garantiria as menores tarifas, mas reduziu o serviço de bordo às goiabinhas e barrinhas de cereais, foi vista com certa estranheza. Depois a Azul ficou famosa por suas batatinhas e outros snacks por vezes citados com alguma ironia; hoje as balinhas de gelatina em forma de avião são um sucesso nos voos da companhia. E a Webjet então? Passou a cobrar tudo que fosse servido nos voos, prato cheio para os humoristas que diziam que para receber um 'bom dia' das comissárias era preciso pagar pelo seu 'web-bom-dia'.
        Já a TAM parecia que não se dobraria a essas modernidades. E não se dobrou mesmo, o tapete vermelho continua a ser estendido aos passageiros diante das escadas da aeronave e nada de embalagens laminadas no serviço de bordo, aliás, no voo entre Ribeirão Preto e São Paulo nada de nada, apenas bebidas: água, suco ou refrigerante. Ou seja, da comida boa dos áureos tempos da aviação brasileira (que eu não presenciei) regredimos para a comida ruim e para comida nenhuma.
      Encerro com uma pergunta parodiando uma antiga propaganda de biscoito: A viagem aérea se popularizou por que caiu a qualidade do serviço (e o preço) ou caiu a qualidade do serviço por que se popularizou?
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