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25 de junho de 2015

Memorial da América Latina

Praça do Sol e a escultura símbolo do memorial - A mão, de Oscar Niemeyer

        Você pode ir para São Paulo a negócios ou a trabalho (o mais comum de acontecer) e sem nenhuma mala, mas se tiver um tempinho sobrando não perca a oportunidade de voltar com um pouco mais de peso na bagagem cultural. Para quem estiver na região da Barra Funda, a esticadinha até o Memorial da América Latina é uma ótima opção.

Escultura "Grande Flor Tropical", de Franz Weissmann, escultar nascido na Àustria.

         O espaço de mais de 80 mil m2 respira e transpira cultura em todos os espaços do conjunto arquitetônico projetado por Oscar Niemeyer onde estão reunidas, desde 1989, centenas de obras que retratam as manifestações artísticas latino americanas. Entre elas há exposições permanentes e sazonais, todas com acervo igualmente rico e interessante.

Alguns dos painéis do projeto "Etnias - Do primeiro e sempre Brasil", de Maria Bonomi,
localizado em uma galeria no subsolo do Memorial. Produzidos em barro, bronze e alumínio.

      O Pavilhão da Criatividade Darcy Ribeiro (do outro lado da passarela), por exemplo, tem um acervo de aproximadamente 4 mil peças artísticas do Brasil, México, Peru, Equador, Chile, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Guatemala. A proposta de Darcy Ribeiro, foi a de transmitir a ideia de integração entre os povos da América Latina.

Maquete da América Latina, no Pavilhão da Criatividade.

        Entre as peças da exposição permanente desse pavilhão há um espaço no piso coberto por material transparente sobre o qual é possível caminhar que deixa visível uma maquete da América Latina produzida com miniaturas.
       As manifestações folclórico-culturais de todos os povos citados estão representadas em roupas, peças decorativas, objetivos utilitários, festas, danças e muito mais. São peças produzidas por autores anônimos, porém legítimos representantes entre os artesões latino-americanos.


      As exposições temporárias, como a Soal (Salão de Outono da América Latina) trazem obras assinadas por artistas contemporâneos e a criatividade é sempre um ingrediente presente nas obras. Sejam quais forem suas preferências artísticas, no Memorial você encontrará algo que lhe agrade.
        Dica: entre ou vá até a entrada principal, onde ficam hasteadas as bandeiras, e passe pelo centro de recepção (à esquerda) para pegar o folder da programação e pedir informações que lhe guiem na visita. A galeria subterrânea com os painéis "Etnias", por exemplo, teria me passado totalmente despercebida se não tivesse sido indicada por um dos atendentes da recepção que me indicou um circuito a ser seguido sem perder nada.

Exposição do Soal, na galeria Marta Traba, em maio/2015.

       É possível fazer a visita guiada (e grátis) em grupos pré-agendados, de terça a sábado, a duração aproximada é de 2 horas. Gostou? Veja mais informações no site do Memorial.


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